Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi

Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi

ESCOLA SEDE - EB 23 de Luísa Todi
Rua Adriano Correia de Oliveira - Setúbal 2910-373 SETÚBAL
Telefone: 265 790 300 / FAX: 265 732 950 / e-mail: AVELT@sapo.pt

08 Fevereiro 2010

Homenagem a Aristides de Sousa Mendes

8 a 12 de Fevereiro de 2009

HOMENAGEM






Programa


De 8 a 10 de Fevereiro de 2010 – CRE da EB 2/3 de Luísa Todi.

- Visita das diferentes turmas à exposição dos originais da banda desenhada “Aristides de Sousa Mendes”, de José Ruy, e de trabalhos de alunos.

De 8 a 12 de Fevereiro de 2010 – Auditório da EB 2/3 de Luísa Todi.

- Visionamento dos filmes “A Vida é Bela” (116 minutos), de Roberto Benigni, “O Rapaz do Pijama às Riscas” (94 minutos), de Mark Herman, “Freedom Writers” (123 minutos), de Richard Lagravenese, “A Lista de Schindler”, de Steven Spielberg, “O Resgate do Soldado Ryan” (168 minutos), de Steven Spielberg, e do documentário “A vida de Anne Frank”.

8 de Fevereiro de 2010 – Biblioteca Pública Municipal de Setúbal

- Visionamento do filme “Freedom Writers” (123 minutos), de Richard Lagravenese.

10 de Fevereiro de 2010 – Auditório da EB 2/3 de Luísa Todi

10:15/11:45 e 15:00/16:40

Sessão de homenagem a Aristides de Sousa Mendes

- José Ruy – como criei o livro em banda desenhada “Aristides de Sousa Mendes, herói do holocausto”.

- António Moncada de Sousa Mendes – “Reabilitação da memória de seu avô, Aristides de Sousa Mendes”.

11:45

- Plantação de uma árvore em homenagem a Aristides de Sousa Mendes e às vítimas do holocausto.

BLOGUE do CRE da EB 2/3 de Luísa Todi

UM olhar sobre o blogue do CRE… recomenda-se!

http://www.creluisinha.blogspot.com/


O blogue do CRE foi remodelado pelo professor Victor Ferreira com sugestões da equipa de coordenação, professoras Ana Caetano, Célia Negrão e Maria José Cruz.

Divulgamos sites importantes (Plano Nacional de Leitura, Rede das Bibliotecas Escolares), os nossos eventos (livros a eles associados, concursos…), LER+/Plano Nacional de Leitura (Biblioteca Digital), colecções de livros digitais (no âmbito do Departamento Ciências Sociais e Humanas), guiões de leitura (Departamento Ciências Sociais e Humanas/Departamento de Línguas), a história do dia (António Torrado), histórias para ler, museus virtuais, dados estatísticos… a breve prazo o jornal dos monitores LIBERDA@DE online.

Para que o nosso blogue se torne um instrumento útil para toda a comunidade muito tem contribuído o trabalho e esforço das funcionárias, Amélia e Gina, professores colaboradores, professores em geral e, muito especialmente, os alunos monitores do CRE.

Participe!... Divulgue junto dos alunos, dos pais e encarregados de educação.

Faça chegar até nós sites interessantes, guiões de leitura… Dê o seu contributo!

A professora bibliotecária

Maria José Cruz

07 Fevereiro 2010

Convocatória Conselho Geral

Convoca-se V. Exa. para uma reunião a realizar no dia 23 de Fevereiro de 2010, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar no Anfiteatro da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Análise das linhas orientadoras que estiveram na base da elaboração do orçamento do Agrupamento para o ano de 2010.

Segundo ponto – Avaliação interna e avaliação externa:

- no Agrupamento de Escolas

Ligação ao portal da Inspecção Geral da Educação


Apresentação sobre Avaliação Interna no AVELT


Apresentação sobre Avaliação Externa no AVELT


- nos Centros de Recursos Educativos.

Terceiro ponto – Análise e aprovação dos novos regulamentos dos “Quadro de Honra e Quadro de Mérito” .




Quarto ponto – Plano Tecnológico do Agrupamento – Ponto da Situação.

Quinto ponto – Análise dos relatórios dos diferentes simulacros de catástrofe seguida de evacuação efectuados em Escolas do Agrupamento *.


De acordo com a alínea f), do artigo 7ª do Regimento, as sessões do Conselho Geral serão antecedidas de um período de “antes da Ordem do Dia”, com quinze minutos de duração, no qual poderão intervir e/ou pronunciar-se, sobre as matérias que julguem oportunas, os diferentes membros da Comunidade Educativa.

Setúbal, 8 de Fevereiro de 2010
O presidente do Conselho Geral do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

02 Fevereiro 2010

Dia da INTERNET Segura - 9 de Fevereiro


DIA EUROPEU DA INTERNET SEGURA


A União Europeia celebra o dia da Internet Segura, no dia 9 de Fevereiro de 2010.

Como sabemos a Internet é nos dias de hoje um desafio para as crianças e jovens. Contudo, muitos navegam na net sem saberem como ela funciona e, muito menos, estão conscientes das oportunidades e riscos que ela implica. Por vezes, ocorrem incidentes porque indivíduos sem escrúpulos, a ela ocorrem, com o intuito de prejudicar as crianças e jovens.
Todo o cuidado é pouco. Por isso, como os aconselhamos a circular de forma segura, também os devemos orientar para a navegação sem problemas.
Assim, para assinalar a data, o CRE/PTE, promoverão as actividades SeguraNet que têm como objectivo sensibilizar os alunos para a utilização responsável e segura da Internet.


Aqui fica um conjunto de endereços úteis:

Portal do Projecto Segura net. pt
http://www.seguranet.pt/index.ph?section=1

O correio electrónico - como criar e usar contas em segurança
http://seguranet.pt/index.php?action=view&id=2&module=newsmodule

Centro de Recursos
http://www.seguranet.pt/index.php?action=view&module=repositorymodule

Jogos educativos sobre segurança na Internet
http://seguranet.pt/index.php?action=categoryview&id=12&module=repositorymodule

Novidades
http://www.seguranet.pt/index.php?section=5

“Geração móvel e desafios” assinala dia da Internet Segura
http://w3.dren.min-edu.pt7index.php/?controller0notícias&action=detail6id=668

01 Fevereiro 2010

A Juventude e a República - Ser Cidadão

29 Janeiro 2010

VAMOS FALAR DE ADOLESCÊNCIA


O Projecto Educação e Promoção para a Saúde /CRE – “aLER+ ... com saúde”, em articulação com a empresa Arbora e Ausónia, apresentam o programa “A adolescência e tu”, aos alunos do 9ºano, no dia 29 de Janeiro de 2010.

Esta acção visa informar/promover o debate de ideias sobre a adolescência: as mudanças físicas e emocionais que os jovens vivenciam.

Esperamos que seja do agrado dos nossos alunos. Brevemente daremos conta do resultado da acção.

Para saber mais sobre “A adolescência e tu” clicar em


http://www.adolescenciaetu.com/



28 Janeiro 2010

AVISO
MATRÍCULAS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO





26 Janeiro 2010

Avaliação Externa no Agrupamento - Informação


Ligação ao portal da Inspecção Geral da Educação


Apresentação sobre Avaliação Interna no AVELT





Apresentação sobre Avaliação Externa no AVELT



20 Janeiro 2010




Avaliação Intercalar - 2º Período


Documentos de Apoio


4º Caderno de Apoio à Actividade do Director de Turma



ACTA - Formulário


19 Janeiro 2010

Ler é fixe!

15 Janeiro 2010

Plano Anual de Actividades
Ano Lectivo 2009/2010

Já disponível - Consulte AQUI!!!...

Plano Anual de Actividades 2009/2010

Aprovado no Conselho Geral em 5 de Janeiro de 2010.

06 Janeiro 2010

REUNIÕES COM ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

24 Dezembro 2009

AVALIAÇÃO 1º PERÍODO
Ano Lectivo 2009/2010



Pautas de Avaliação












































18 Dezembro 2009

Natal 2009


Boas Festas para todos!!!...


09 Dezembro 2009


C O N V O C A T Ó R I A C O N S E L H O G E R A L


Convocam-se os membros do Conselho Geral do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi para uma reunião a realizar no dia 5 de Janeiro de 2010, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar no Anfiteatro da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Análise a aprovação das alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi ;



Segundo ponto – Análise e aprovação do Plano Anual de Actividades do Agrupamento para o Ano Lectivo 2009/2010;



Terceiro ponto – Análise e aprovação dos novos regulamentos dos “Quadro de Honra e Quadro de Mérito”;

Ver no Regulamento Interno


Quarto ponto – Plano Tecnológico do Agrupamento – Ponto da Situação;

Quinto ponto – Análise dos relatórios dos diferentes simulacros de catástrofe seguida de evacuação efectuados em Escolas do Agrupamento.



De acordo com a alínea f), do artigo 7ª do Regimento, as sessões do Conselho Geral serão antecedidas de um período de “antes da Ordem do Dia”, com quinze minutos de duração, no qual poderão intervir e/ou pronunciar-se, sobre as matérias que julguem oportunas, os diferentes membros da Comunidade Educativa.

Setúbal, 15 de Dezembro de 2009
O presidente do Conselho Geral do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira



AVALIAÇÃO - 1º PERÍODO LECTIVO
Documentos de Apoio

DOCUMENTOS


3º Caderno de Apoio à Actividade do Director de Turma


Documento de Apoio aos Secretários das Reuniões de Avaliação


Formulário - Acta das Reuniões de Avaliação


Formulário - Folha de Presenças

03 Novembro 2009

Avaliação Desempenho Docente

INFORMAÇÃO

Informam-se todos os docentes que de acordo com o DR nº1-A/2009 de 5 de Janeiro e o DR nº 14/2009, 21 de Agosto, o calendário do desenvolvimento do processo de avaliação, é o seguinte:

NOTA: Passível de ser alterado

BIÉNIO 2009/2011

DOCENTES DO QUADRO DE AGRUPAMENTO/QZP - BIÉNIO 2009/2011

ANO LECTIVO 2009/2010

CONTRATADOS EM 2010/2011

Setúbal, 30 de Outubro de 2009

O Director

António Manuel Baptista Dias

23 Outubro 2009

CONSELHOS DE TURMAINTERCALARES
- 1º Período

Documentos de apoio à realização dos primeiros Conselhos de Turma Intercalares do presente Ano Lectivo:





Pode igualmente obter estes documentos na barra lateral direita do sítio:

21 Outubro 2009

REGULAMENTO DISCIPLINAR - 2009/2010

É possível obter os documentos nas barras laterais dos seguintes sítios:

Direcção Executiva
http://ceavelt.blogspot.com/

EB 2/3 de Luísa Todi
http://eb23luisatodi.blogspot.com/

Conselho Pedagógico
http://cp-avelt.blogspot.com/

Docuemntos de Apoio à Actividade Docente
http://docapactdocavelt.blogspot.com/

Coordenação dos Directores de Turma
http://cdteb23lt-avelt.blogspot.com/

16 Outubro 2009

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES
- Ano Lectivo 2009/2010

Estes documentos estarão, igulamente disponíveis nas barrar laterais de outros espaços online de apoio à actividade docente.



Formulário de Avaliação do Plano Anual de Actividades
1º Período

30 Setembro 2009

EPIS - REDE DE MEDIADORES EPIS PARA O SUCESSO ESCOLAR


A Associação EPIS – Empresários Pela Inclusão Social desenvolveu uma metodologia inédita em Portugal de combate ao abandono e ao insucesso escolares no 3.º Ciclo de Escolaridade, com base numa metodologia de capacitação dos jovens e das suas famílias, editada em dois manuais em parceria com a Texto Editores.

Esta metodologia tem vindo a ser testada, desde 2007/2008, em todos os alunos dos 7.º e 8º anos de escolaridade dos concelhos de Aljezur, Amadora, Odivelas, Matosinhos, Paredes, Resende, Santarém, Setúbal, Tavira e Vila Franca de Xira, numa parceria entre o Ministério da Educação, as autarquias, as escolas e as empresas locais. Com uma equipa de 65 mediadores profissionais, em 2007/2008 foram analisados 20.000 alunos com um sistema de «screening» quantitativo e seleccionados 6.000 para serem acompanhados em proximidade durante dois anos. Entre 2007/2008 e 2008/2009, o sucesso escolar aumentou 14% no grupo destes jovens apoiados pela EPIS. O projecto vai-se manter nos actuais concelhos parceiros e está agora a ser alargado a outras autarquias do país.

A “Rede de mediadores EPIS para o sucesso escolar” foi seleccionada como «case-study» internacional na área da Educação pela Clinton Global Initiative, realizada em Setembro de 2009, em Nova Iorque, com base nos resultados quantitativos já atingidos.

Para mais informações, por favor procure o Mediador para o Sucesso Escolar da sua escola.

28 Setembro 2009

GRIPE A - PLANO DE CONTINGÊNCIA






20 Setembro 2009

Documentos importantes de apoio à actividade docente

Clicar para consultar






Nota: Estes documentos poderão ser igualmente consultados na barra lateral dos blogues das diferentes estruturas de apoio à actividade do Agrupamento, nomedamente Órgãos de Gestão e Departamentos. Podem igualmente ser obtidos através da barra lateral do blogue «Documentos de Apoio à Actividade Docente» http://docapactdocavelt.blogspot.com/

Já disponível após aprovação pelo Conselho Pedagógico
a síntese da reunião de 13 de Julho de 2009

http://cp-avelt.blogspot.com

09 Setembro 2009

ABERTURA DO ANO LECTIVO 2009/2010


5º Ano de Escolaridade

No dia 14 de Setembro os alunos devem apresentar-se à hora definida na sala em que decorrerão actividades lideradas pelo(a) Director(a) de Turma durante aproximadamente uma hora (consultar MAPA 1)

6º, 7º, 8º e 9º Anos de Escolaridade

No dia 16 de Setembro iniciam-se as aulas para os restantes Anos de Escolaridade de acordo com os respectivos horários das Turmas.


MAPA 1

GRIPE A - PLANO DE CONTINGÊNCIA








08 Setembro 2009

Constituição de Turmas
- Ano Lectivo 2009/2010




















04 Setembro 2009

ACTIVIDADES RELACIONADAS COM A ABERTURA ANO LECTIVO 2009/2010


Calendarização das actividades
(Passível de alterações)








O Director
António Baptista Dias
04/09/2009

03 Setembro 2009

CONVOCATÓRIA PARA O CONSELHO GERAL A REALIZAR NO DIA 10 DE SETEMBRO DE 2009

Convoca-se V. Exa. para uma reunião a realizar no dia 10de Setembro de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Conselho Geral, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Eleição do presidente do Conselho Geral.

Segundo ponto - Análise e aprovação da proposta de Regimento do Conselho Geral.


Terceiro ponto – Análise e aprovação da proposta do Director Executivo para a a constituição de assessoria técnico-pedagógica (nº 1, do artigo 30º, do Decreto Lei nº 75/2008, de 22 de Abril).

Quarto ponto – Análise e aprovação da proposta do Director Executivo para, a título excepcional, serem atribuídas as funções de Delegado de Língua Portuguesa a um outro docente do Grupo de Recrutamento que não o Coordenador de Departamento de Línguas.

Quinto ponto – Análise e aprovação do Regulamento Disciplinar para os 1º 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico do AVELT.



























Sexto ponto – Funcionários Auxiliares de Acção Educativa – análise da situação com base em documento subscrito por cinquenta e quatro docentes do Primeiro Ciclo ligados ao Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.


Sétimo ponto – Análise do relatório de avaliação da implementação do processo “Quadro de Honra e Quadro de Mérito”.



Setúbal, 3 de Setembro de 2009
Em nome do Conselho Geral do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

02 Setembro 2009

INFORMAÇÃO IMPORTANTE

Os diferentes BLOGUES encontram-se em revisão. Estima-se que na manhã do dia 7 de Setembro as alterações estarão concluídas ficando disponíveis, também, as versões actualizadas do Projecto Educativo de Agrupamento, da Organização Curricular de Agrupamento, do Regulamento Interno de Agrupamento e do Projecto de Intervenção da Direcção Executiva. Os Regulamentos Disciplinares (1º, 2º e 3º Ciclos) estão para análise e aprovação do Conselho Geral, estimando-se que tal possa contecer em 10 de Setembro de 2009.

Agradecemos a compreensão.

O Director Executivo

Professor António Baptista

30 Julho 2009

AVISO

Procedimento de Recrutamento Externo para Designação de Professor Bibliotecário para a Escola Básica do 1º Ciclo, nº 4 Pinheirinhos – Setúbal

O júri foi constituído, de acordo com o número 2, do artigo 8º, da Portaria nº 756/2009, de 11 de Julho, pelo Director Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, António Manuel Baptista Dias, e por dois Professores Titulares do Quadro de Escolas do Agrupamento em questão, no caso, Ilda Maria Nunes Morais e Vítor Manuel Ramalho Ferreira

Lista de Classificação Final
(em conformidade com as orientações constantes do artigo 11º,
da Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho)


Foi seleccionada para designação a candidata:

MARIA DO ROSÁRIO FORTE PEREIRA DE MELLO VIEIRA BARREIRAS

Setúbal, 29 de Julho de 2009

O Director: António Manuel Baptista Dias

24 Julho 2009

Aviso de Abertura de Procedimento de Recrutamento Externo


Aviso de Abertura de Procedimento de Recrutamento Externo para Designação de Professor Bibliotecário para a Escola Básica do 1º Ciclo, nº 4 Pinheirinhos - Setúbal

Ao abrigo da Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho, avisam-se todos os docentes que se encontra aberto o procedimento de recrutamento externo de designação de professor bibliotecário para a Escola Básica 1 - nº 4 – Setúbal, até ao dia 28 de Julho de 2009.

A selecção dos candidatos será efectuada nos dias 29 e 30 de Julho, sendo o resultado publicitado no dia 31 de Julho.

Os critérios de selecção dos candidatos serão os seguintes:

1 - Formação académica ou contínua.
2 - Experiência de coordenação em Bibliotecas.
3 – Experiência de equipa em Bibliotecas Escolares.


Os candidatos devem preencher os seguintes requisitos:

1 – Pertencer ao quadro da Escola ou Agrupamento onde é aberto o lugar; de outras Escolas ou Agrupamentos; de Zona Pedagógica.
2 – Possuam 4 pontos de formação académica ou contínua na área das Bibliotecas Escolares, de acordo com o anexo da portaria em presença.
3 – Possuam 50 horas de formação académica ou contínua na área das TIC ou certificação de competências digitais.
4 – Disponham de experiência profissional em Bibliotecas Escolares.
5 - Manifestem interesse em desempenhar as funções bibliotecárias.


Todos os docentes interessados devem entregar a candidatura em suporte de papel na Secretaria do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, Escola Básica 2/3 de Luísa Todi – Rua Adriano Correia de Oliveira 2910-373 SETÚBAL

Telefone: 265790300
Fax: 265790301

Setúbal, 24 de Julho de 2009

O Director: António Manuel Baptista Dias

13 Julho 2009

9º Ano - Pautas Finais com Avaliação Externa


Pauta Final de Classificações

Auto-propostos


Pautas de Avaliação Final

(com avaliação externa)

9º 1ª


9º 2ª


9º 3ª


9º 4ª

10 Julho 2009

9º ANO - AVALIAÇÃO FINAL

9 de Julho de 2009

O Director

António Baptista Dias

07 Julho 2009

AUTO-AVALIAÇÃO
DO DESEMPENHO DOCENTE

ORDEM DE SERVIÇO Nº 5/2009

Avisam-se todos os docentes que a ficha de auto-avaliação deverá ser entregue até ao dia 15 de Julho de 2009, nos Serviços Administrativos do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

Setúbal, 29 de Junho de 2009

O Director do AVELT

António Manuel Baptista Dias


Para obter a ficha de auto-avaliação do DGRHE
clique aqui


Para obter a ficha de auto-avaliação do AVELT (baseada na do DGRHE)
clique aqui

06 Julho 2009

Pautas de Avaliação - 3º Período

ATENÇÃO - As reuniões de Directores de Turma com Pais e Encarregados de Educação decorrerão na manhã de 15 de Julho.


Clicar sobre a Pauta de Avaliação pretendida


2º Ciclo


5º Ano de Escolaridade

5º Ano – Turma 2

5º Ano – Turma 3

5º Ano – Turma 4

5º Ano – Turma 5

5º Ano – Turma 6

5º Ano – Turma 7

5º Ano – Turma 8

5º Ano – Turma 9

5º Ano – Turma 10

5º Ano – Turma 11

5º Ano – Turma 12


6º Ano de Escolaridade

Conselho Geral Transitório
- 13 de Julho de 2009

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se V. Exa. o dia 13 de Julho de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar no Auditório da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Aprovação das Actas das sessões realizadas no dia 26 de Maio e no dia 2 de Julho de dois mil e nove, cujo principal conteúdo está relacionado com diferentes alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento motivadas pelo Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril.

Segundo ponto – Tomada de posse do Conselho Geral.

Terceiro ponto – Eleição do presidente do Conselho Geral.

Setúbal, 2 de Julho de 2009
O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira


C O N V O C A T Ó R I A
Para os membros representantes do pessoal docente e não docente que não fazem parte do Conselho Geral Transitório.

Convoca-se V. Exa. para a tomada de posse como membro do Conselho Geral do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, para o quadriénio lectivo 2009/2013. A sessão decorrerá no dia 13 de Julho de 2009, pelas 18h 30m, no Auditório da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Aprovação das Actas das sessões realizadas no dia 26 de Maio e no dia 2 de Julho de dois mil e nove, cujo principal conteúdo está relacionado com diferentes alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento motivadas pelo Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril.

Segundo ponto – Tomada de posse do Conselho Geral.

Terceiro ponto – Eleição do presidente do Conselho Geral.

Setúbal, 2 de Julho de 2009
O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Victor Manuel Ramalho Ferreira

AUTO-AVALIAÇÃO
DO DESEMPENHO DOCENTE

ORDEM DE SERVIÇO Nº 5/2009

Avisam-se todos os docentes que a ficha de auto-avaliação deverá ser entregue até ao dia 15 de Julho de 2009, nos Serviços Administrativos do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

Setúbal, 29 de Junho de 2009

O Director do AVELT

António Manuel Baptista Dias


Para obter a ficha de auto-avaliação do DGRHE
clique aqui


Para obter a ficha de auto-avaliação do AVELT (baseada na do DGRHE)
clique aqui

20 Junho 2009

9º Ano - Avaliação Final 2008/2009

Pautas de Avaliação - 16 de Junho de 2009

9º 1ª

9º 2ª

9º 3ª

9º 4ª

14 Junho 2009

Oficina de Artes e Ofícios Têxteis

«Disciplina de oferta de escola

na área da educação artística que pretende aplicar novas técnicas a formas tradicionais, criar novas formas utilizando velhas tecnologias, aplicar saberes antigos a conceitos modernos, cruzar os saberes de artesãos e designers numa perspectiva de complementaridade e recriação...

O início de tudo em 2007

A disciplina começou a funcionar no ano lectivo de 2007/2008 em regime semestral ao ritmo de uma aulas de 90 minutos por semana, com uma turma de sétimo ano.
Sem saberem bem ao que vinham, com poucos ou nehuns conhecimentos nesta área, foram no entanto alunos aplicados e empenhados!

Fizeram-se gatos, ursos, morcegos, taratarugas, cobras e alguns seres estranhos(!), bolas, dados e mais algumas coisas cujo registo na altura não se fez...»
Professora Fátima Pais, in http://oaotluisatodi.blogspot.com

09 Junho 2009

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

ORDEM DE SERVIÇO Nº4/2009

Avisam-se todos os docentes que no seguimento da Informação nº 14, de 30 de Janeiro de 2009 (Calendário Anual de Desenvolvimento do Processo de Avaliação) todos os docentes devem proceder à entrega da ficha de auto-avaliação até ao dia 3 de Julho de 2009, nos Serviços Administrativos do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, em suporte de papel.

A mesma está disponível no sítio da DGRHE, no blogue do Agrupamento e nos Serviços Administrativos.

Setúbal, 09 de Junho de 2009

O Presidente do Conselho Executivo

António Manuel Baptista Dias



Disponíveis para consulta os seguintes documentos:

Calendário anual do desenvolvimento do processo de Avaliação do Desempenho Docente
CLIQUE AQUI PARA CONSULTA


Decreto Regulamentar nº1-A/2009, de 5 de Janeiro
CLIQUE AQUI PARA CONSULTA


Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro
CLIQUE AQUI PARA CONSULTA


Anexo IV - Docentes 1º, 2º, 3º e Secundária – auto-avaliação (em branco)
CLIQUE AQUI PARA CONSULTA


Ficha de Registo do Conselho Executivo
CLIQUE AQUI PARA CONSULTA

02 Junho 2009

Avaliação 3º Período
Apoio aos Directores de Turma


APRESENTAÇÃO DA REUNIÃO
DE DIRECTORES DE TURMA

27 de Maio de 2009

CLIQUE AQUI PARA CONSULTA

Estágios Cursos de Educação Formação
Ano Lectivo 2008/2009

Estágio do Curso de Educação e Formação, ao abrigo do Despacho Conjunto nº 453/2004, de 27 de Julho, na área de Pintura e Decoração em Cerâmica.

Dos sete alunos que frequentaram o curso, a Inês Leitão, a Lartina André e a Márcia Paulo estão a fazer estágio na Olaria Nova, em Setúbal.

Observamos as peças de cerâmica, os pratos, as tigelas e travessas pintadas pelas alunas que, na opinião dos donos da olaria estão com arte e sentido estético.






25 Maio 2009

Coordenação dos Directores de Turma

CADERNO DE APOIO AOS DIRECTORES DE TURMA

Exames Nacionais 2009


23 Maio 2009

Conselho Geral Transitório
- 26 de Maio de 2009

Informação

Informam-se os Conselheiros de que, para a reunião agendada para o dia 26 de Maio de 2009, apenas serão considerados os dois primeiros pontos da Ordem de Trabalhos entretanto comunicada.

O facto de a Câmara Municipal de Setúbal ter anunciado não ter, para já, prevista a designação dos seus representantes ao Conselho Geral e a necessidade de dar mais tempo às Associações de Pais e Encarregados de Educação para encontrarem e comunicarem os seus representantes determina a exclusão dos pontos três e quatro da Ordem de Trabalhos entretanto definida para a reunião do dia 26 de Maio de 2009.

Fica disponível o documento de apoio aos trabalhos de análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT:

Certo da compreensão, apresento cumprimentos.

O presidente do Conselho Geral Transitório

Victor Manuel Ramalho Ferreira

20 Maio 2009

Conselho Geral Transitório
- 26 de Maio de 2009

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 26 de Maio de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Aprovação do RI do AVELT no que respeita à composição do futuro Conselho Pedagógico do Agrupamento e das Estruturas de Coordenação e Supervisão. *

Segundo ponto – Homologação dos resultados eleitorais e dos representantes designados pelas diferentes instituições que integram o futuro Conselho Geral do AVELT.

Terceiro ponto – Tomada de posse do Conselho Geral.

Quarto ponto – Eleição do presidente do Conselho Geral.

* Documento disponível online no sítio do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi (http://www.agrupamentoverticaldescolasluisatodi.blogspot.com/) a partir de 23 de Maio de 2009.

Setúbal, 19 de Maio de 2009

O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

Eleição do Director do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi

O Conselho Geral Transitório do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, Setúbal, reunido em 19 de Maio de 2009 para discussão a apreciação do Relatório da Comissão de Acompanhamento do Processo de Recrutamento, em conformidade com o nº 1 e o nº 2, do artigo 7º - Apreciação pelo Conselho Geral Transitório, do Regulamento para o Procedimento Concursal e Eleição do Director do AVELT, entenderam, em conformidade com a Ordem de Trabalhos da reunião, estarem reunidas as condições para a eleição do candidato único ao cargo de Director do Agrupamento tendo o Dr. António Manuel Batista Dias obtido 16 votos favoráveis, na circunstância a totalidade dos votos correspondentes aos conselheiros presentes.

Os membros do Conselho Geral Transitório abaixo assinados confirmam o rigoroso cumprimento dos regulamentos, nomeadamente no que diz respeito ao processo eleitoral e, em conformidade com o nº 4, do artigo 25º, do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, solicitaram ao senhor Directror Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo a homologação do resultado da eleição do director.

Setúbal, 19 de Maio de 2009.

Subscrevem os membros do Conselho Geral Transitório presentes...

Vítor Manuel Ramalho Ferreira (presidente do CGT, 1º subscritor)

Conselho Geral Transitório
- 19 de Maio de 2009

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 19 de Maio de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Discussão a apreciação do Relatório da Comissão de Acompanhamento do Processo de Recrutamento, em conformidade com o nº 1 e o nº2, do artigo 7º, Apreciação pelo Conselho Geral Transitório, do Regulamento para o Procedimento Concursal e Eleição do Director do AVELT.*

Segundo ponto – Eleição do Director, em conformidade com o nº 3, do artigo 7, Apreciação pelo Conselho Geral Transitório, do Regulamento para o Procedimento Concursal e Eleição do Director do AVELT.

* O Relatório e o Projecto de Intervenção do único candidato poderá ser consultado na Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi devendo, para tal, os conselheiros solicitar ao presidente do Conselho Geral Transitório o agendamento do acto.

Setúbal, 12 de Maio de 2009

O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

08 Maio 2009

ORIENTA-TE!
FEIRA DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO


30 Abril 2009

EXAMES NACIONAIS 2009


01 Abril 2009

Director do AVELT
Procedimento Concursal

Aviso de Abertura a aguardar publicação em Diário da República

1 – Nos termos do disposto nos artigos 21.º e 22.º, do Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, e no artigo 5.º, da portaria n.º 604/2008, de 9 de Julho, torna-se público que se encontra aberto concurso para provimento do lugar de Director do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, integrando a Escola Básica nº 4 do 1.º Ciclo, Pinheirinhos, a Escola Básica nº 6 do 1º Ciclo, Monte Belo, a Escola Básica nº 10 do 1º Ciclo, Bairro Afonso Costa, a Escola Básica nº 11 do 1º Ciclo, Bairro Humberto Delgado, a Escola Básica do 1º Ciclo do Alto da Guerra, a Escola Básica do 1º Ciclo da Casa Gaiato, a Escola Básica do 1º Ciclo do Montinho da Cotovia, a Escola Básica do 1º Ciclo da Gâmbia, e a Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Luísa Todi, Setúbal, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar do dia seguinte ao da publicação do presente aviso no Diário da República.

2 – As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento dirigido ao presidente do Conselho Geral Transitório, em modelo próprio disponível na página electrónica do Agrupamento (http://agrupamentoverticaldeescolasluisatodi.blogspot.com), podendo ser entregue pessoalmente nos Serviços Administrativos da Escola Sede de Agrupamento das 9:10h às 16:30h ou remetido através de correio registado com aviso de recepção, expedido até ao termo do prazo fixado para a apresentação de candidaturas referido no nº1, para Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Luísa Todi, rua Adriano Correia de Oliveira, 2910-373 SETÚBAL.

2.1 – Do requerimento deverão constar os seguintes elementos:
a) Nome, filiação, estado civil, naturalidade, número e data do bilhete de identidade, respectiva validade e serviço emissor, número de identificação fiscal, residência, código postal, número de telefone/telemóvel;
b) Habilitações literárias e situação profissional;
c) Identificação do lugar a que se candidata, referenciando a data de publicação do respectivo aviso no Diário da República.

2.2 – Os requerimentos de admissão deverão ser acompanhados da seguinte documentação, sob pena de exclusão:
a) Curriculum vitae, detalhado, datado, assinado e actualizado onde constem respectivamente as funções desempenhadas, a formação profissional que possui devidamente comprovada;
b) Projecto de intervenção no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, até um máximo de 3000 palavras, contendo identificação de problemas, definição de objectivos, de estratégias, da programação das actividades a realizar no mandato e dos recursos a mobilizar para o efeito;
c) Declaração autenticada do serviço de origem onde conste a categoria, vínculo e o tempo de serviço;
d) Fotocópia do comprovativo das habilitações literárias;
e) Fotocópia dos certificados de formação profissional realizados;
f) Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte.

2.3 – Os candidatos podem ainda indicar quaisquer outros elementos, devidamente comprovados, que considerem ser relevantes para apreciação do seu mérito.

2.4 – É obrigatória a prova documental dos elementos constantes no curriculum, à excepção daqueles que se encontrem arquivados no respectivo processo individual e este se encontre no Agrupamento de Escolas onde decorre o procedimento.

3 – As candidaturas são apreciadas, de acordo com o regulamento disponível na página electrónica do Agrupamento (http://agrupamentoverticaldeescolasluisatodi.blogspot.com) considerando o seguinte:
a) Análise do curriculum vitae, para efeitos de apreciação da sua relevância para o exercício de funções de director e do seu mérito;
b) Análise do projecto de intervenção no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, para efeitos de apreciação da sua relevância e da coerência entre os problemas diagnosticados, as estratégias de intervenção propostas e os recursos a mobilizar para o efeito;
c) Entrevista individual que, para além do aprofundamento de aspectos relativos às alíneas a) e b) deste ponto, visa a apreciação das motivações da candidatura e a verificação das capacidades do candidato e da sua adequação ao perfil das exigências do cargo a que se propõe.

31 de Março de 2009

O Presidente do Conselho Geral Transitório,

Vítor Manuel Ramalho Ferreira.




27 Março 2009

PARLAMENTO DOS JOVENS 2008/2009

Retirado de http://aeluisatodi.blogspot.com/
Associação de Estudantes da EB 2/3 de Luísa Todi


As alunas eleitas na Sessão Escolar da Escola 2/3 de Luísa Todi, e representantes da Escola na Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens, foram convocadas a estar presentes na reunião do Conselho Geral Transitório, realizada no dia 24 de Março de 2009, pelas 18h 30m, na Sala Seminário da EB 2/3 de Luísa Todi.

Estiveram presentes os membros do Conselho Geral Transitório do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, que homenagearam as alunas Inês Mendes, Andreia Costa, Tatiana Mota e Patrícia Lopes pelo seu brilhante desempenho no Parlamento dos Jovens, onde conseguiram um honroso 3º Lugar para a Escola.

«Em meu nome, agradeço esta Homenagem ao Professor Vítor Ferreira, Presidente do Conselho Geral e ao Professor António Baptista, Presidente do Conselho Executivo, e a todos os presentes pela simpatia. É muito bom verificar que todo o empenho nesta actividade não passou ao lado, pelo contrário, marcou a comunidade educativa. Considero que é bom mostrar agrado pelas iniciativas dos jovens, que estão conscientes da importância da participação cívica, nomeadamente quando representam a escola, dando o seu melhor e conseguindo uma excelente posição relativamente ao distrito de Setúbal, como acabou por acontecer (sendo a primeira vez que participamos sem quaisquer experiências anteriores).
Muito obrigada pela oferta, mas principalmente pelo reconhecimento e por darem importância ao que os alunos conseguem fazer na escola e pela escola.
Inês Mendes»


LUÍSA TODI NIGHT FASHION 2009

Saiba tudo em http://aeluisatodi.blogspot.com/

Associação de Estudantes da EB 2/3 de Luísa Todi - Setúbal





Miss EB 2/3 Luísa Todi – Cátia Lopes

Mister EB 2/3 Luísa Todi – Sérgio Louzeiro

Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril

O DESENVOLVIMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA A ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL

Calendário e procedimentos:

26MAR09 Abertura do processo eleitoral para o Conselho Geral - Reunião Geral de Docentes para Eleição da Mesa da Assembleia Eleitoral;

31MAR09 – Abertura do processo eleitoral para o Conselho Geral - Reunião Geral de Pessoal não Docente para Eleição da Mesa da Assembleia Eleitoral.

29ABR09 – Apresentação de listas de representantes do Pessoal Docente e do Pessoal não Docente.

13MAI09 Assembleias Eleitorais para a eleição dos representantes do Pessoal Docente e do Pessoal não Docente no Conselho Geral.

26MAI09 – Conselho Geral Transitório/Conselho Geral - Aprovação do RI do AVELT no que respeita à composição do futuro Conselho Pedagógico do Agrupamento e das Estruturas de Coordenação e Supervisão. Homologação dos resultados eleitorais e dos representantes designados pelas diferentes instituições que integram o futuro Conselho Geral do AVELT. Tomada de posse do Conselho Geral do AVELT para o quadriénio 2009/2013.


O DESENVOLVIMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DO AVELT

Calendário e procedimentos:

24MAR09 – Reunião do Conselho Geral Transitório (CGT) para aprovação do procedimento concursal para o recrutamento do Director do AVELT (Comissão de Acompanhamento e Calendário).

31MAR09 – Reunião do CGT para aprovação do Regulamento e dos critérios específicos de selecção apresentados pela Comissão de Acompanhamento e aplicados na análise curricular, na análise da proposta de projecto de intervenção e na entrevista dos candidatos a Director do AVELT.

01ABR09 – Envio do Aviso de Abertura do Processo de Recrutamento para publicação em Diário da República.

12MAI09 – O Conselho Geral Transitório reúne para discussão a apreciação do Relatório da Comissão de Acompanhamento do Processo de Recrutamento e para a eleição do Director.

19MAI09 – CGT - 2º momento de discussão, apreciação e/ou eleição (Apenas em caso de em caso de necessidade).

26MAI09 – CGT – 3º momento de eleição (Apenas em caso de necessidade).

13MAI09 ou 20MAI09 ou 27MAI09 (de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos das reuniões previstas anteriormente) – Comunicação ao Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo do resultado da eleição do Director para homologação (até 27MAI09 ou até 12JUN09 ou até 15JUN09)

19JUN09 – O Conselho Geral dá posse ao Director do AVELT.

Processo Concursal para a eleição do Director do AVELT

Constituição da Comissão de Acompanhamento do Processo Concursal
(aprovada no Conselho Geral Transitório realizado em 24 de Março de 2009)

2 representantes do Pessoal Docente
Maria de Lurdes Serrano
José Pires Pereira


1 representate do Pessoal Não Docente
Maria de Deus Guerreiro

1 representante do Município
Pedro Jacques

1 representante dos Pais e dos Encarregados de Educação
Jaime Santana

Conselho Geral Transitório
- 31 de Março de 2009

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 31 de Março de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Análise e aprovação da proposta de regulamento e de outra documentação subsidiária de apoio ao desenvolvimento do procedimento concursal para recrutamento do Director do AVELT, produzida pela comissão de Acompanhamento do Processo Concursal.

Proposta de regulamento para o
Procedimento Concursal de selecção do Director do AVELT


Portaria nº 604/2008, de 9 de Julho

Segundo ponto – Análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT, tendo em conta o conteúdo do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril*.

Proposta de alteração/actulização do
Regulamento Interno do AVELT - Março 2009

* - Contamos disponibilizar até ao final do dia 30 de Março documento constituído por três colunas contendo o texto do Regulamento Interno em vigor, o texto do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, e as alterações propostas para aprovação pelo Conselho Geral Transitório. É igualmente proposto ao Conselho Geral Transitório que se promova profunda discussão, no seio da comunidade educativa do AVELT, até ao dia 26 de Maio de 2009, sobre a futura composição do Conselho Pedagógico e das Estruturas de Coordenação e Supervisão.

Terceiro ponto – Funcionários Auxiliares de Acção Educativa – análise da situação com base em documento subscrito por 54 docentes do 1º Ciclo ligados ao Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi**.

** - O documento será publicado no Blogue em 29 de Março.

Quarto ponto – Análise do relatório de avaliação da implementação do processo “Quadro de Honra e Quadro de Mérito”.



Setúbal, 24 de Março de 2009

O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

SIMULACRO DE SISMO, INCÊNDIO E EVACUAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DO 1º CICLO Nº 6
BAIRRO DO MONTE BELO


Realizou-se, no dia 9 de Março Segunda Feira pelas 14 horas e 30 minutos, na Escola Básica do 1º Ciclo de Monte Belo, em Setúbal, um exercício de Simulacro que envolveu não só a Comunidade Escolar mas também as Forças de Socorro (Bombeiros/Serviços de Emergência), as Forças de Segurança (PSP), a Equipa de Segurança do Agrupamento e a Protecção Civil Municipal.

O simulacro tinha como Cenário "um Sismo a que se seguiu uma explosão do qual resultou um incêndio e um ferido".

O evento foi acompanhado pelo senhor Comandante Quaresma Lemos dos Bombeiros Sapadores e pelo Coordenador da Protecção Civil Municipal senhor José Luís Bucho.












O simulacro foi realizado sem aviso prévio sendo do conhecimento apenas da equipa que preparou o simulacro e da Central de Alerta. Este facto levou a que tratando-se de uma situação de emergência tivessem comparecido no local para além dos Carros de Bombeiros e da Ambulância, também a PSP, a Presidente da Câmara Municipal, alguns Pais e Encarregados de Educação que também ficram alarmados porque não sabiam o que se estava a passar.






Estes simulacros enquadram-se na cultura de hábitos de prevenção e servem para testar a prontidão de resposta da Escola em situação de catástrofe em coordenação com os meios externos de socorro e salvamento.

Depois de apagado o incêndio e tratado o ferido no local a comunidade escolar regressou à sua actividade normal.







No final realizou-se uma reunião entre os responsáveis envolvidos na accção onde foi feito inventário do que correu bem, do que correu menos bem e do que é preciso corrigir.

Professor João Rato
(Coordenador da Equipa de Segurança do AVELT)

19 Março 2009

Conselho Geral Transitório - 24 de Março de 2009

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 24 de Março de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Ratificação do Regimento do Centro de Recursos Educativos da EB 2/3 de Luísa Todi.


Segundo ponto – Análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT, tendo em conta o conteúdo do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril*.

Proposta de alteração/actulização do
Regulamento Interno do AVELT - Março 2009

* - Contamos disponibilizar até ao final do dia 23 de Março documento constituído por três colunas contendo o texto do Regulamento Interno em vigor, o texto do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, e as alterações propostas para aprovação pelo Conselho Geral Transitório. É igualmente proposto ao Conselho Geral Transitório que se promova profunda discussão, no seio da comunidade educativa do AVELT, até ao dia 26 de Maio de 2009, sobre a futura composição do Conselho Pedagógico e das Estruturas de Coordenação e Supervisão.

Terceiro ponto – Apresentação da proposta de Regulamento e aprovação da estratégia cronológica para o desenvolvimento do procedimento concursal para recrutamento do Director do AVELT.

Proposta de regulamento para o
Procedimento Concursal de selecção do Director do AVELT



Portaria nº 604/2008, de 9 de Julho

Quarto ponto – Aprovação da constituição da Comissão de Acompanhamento do procedimento concursal para recrutamento do Director do AVELT.

Ver a proposta de regulamento para o
Procedimento Concursal de selecção do Director do AVELT


Quinto ponto – Aprovação do calendário do processo eleitoral para o Conselho Geral do AVELT.


Sexto ponto – Funcionários Auxiliares de Acção Educativa – análise da situação com base em documento subscrito por 54 docentes do 1º Ciclo ligados ao Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi**.

** - O documento será publicado no Blogue em 20 de Março.

Sétimo ponto – Análise do relatório de avaliação da implementação do processo “Quadro de Honra e Quadro de Mérito”.


Setúbal, 16 de Março de 2009

O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

16 Março 2009

Ocorrências disciplinares
- Relatório quantificado


Avaliação 2º Período


16 Fevereiro 2009

Centro de Recursos Educativos da EB1 do Monte Belo

Tem curiosidade?

Então clique aqui para saber

http://cremontebelo.blogspot.com/

08 Fevereiro 2009

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE


INSTRUMENTOS

NOVIDADES
























30 Janeiro 2009

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE


INFORMAÇÃO Nº 14


Informam-se todos os docentes que no seguimento da publicação do Decreto-Regulamentar nº1-A/2009, de 5 de Janeiro, o calendário anual do desenvolvimento do processo de avaliação, conforme o nº 1, do artigo 2 da legislação em presença é o seguinte:



Setúbal, 30 de Janeiro de 2009
O Presidente do Conselho Executivo,
António Manuel Baptista Dias

CONCURSO DE PROFESSORES 2009/2010

INFORMAÇÃO Nº 13

CONCURSO DE PROFESSORES 2009/2010


O objectivo das alterações introduzidas é conferir maior estabilidade ao sistema educativo, aos professores, aos alunos e famílias, criando condições para uma efectiva continuidade pedagógica, para a consolidação dos projectos educativos das escolas e promover igualmente a estabilização das expectativas dos docentes face ao local de trabalho.

Alterações mais significativas:

1 - Quadros de Agrupamento de Escolas (QA) e fim dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP)

Os quadros de escola são convertidos em quadros de agrupamentos de escolas. Mantêm-se os quadros de escola não agrupada.

Os quadros de zona pedagógica extinguem-se à medida que os docentes desses quadros forem colocados em quadros de Agrupamento ou escola não agrupada.

O crescimento do numero de alunos e a aposentação de muitos professores irá permitir a abertura de um maior número de vagas.

Estima-se que na larga maioria dos grupos de recrutamento e na larga maioria dos QZP os professores obtenham lugar em quadros de agrupamento ou de escola não agrupada.

Apenas pode existir alguma dificuldade de colocação, por inexistência de lugares ou de horários nos grupos de recrutamento 100,(Pré-escolar) 110 (1º ciclo), 300 (Português) e 330 (Inglês) nos quadros de zona pedagógica do interior do país.

2 - Bolsa de Recrutamento

Com os docentes que não obtenham colocação em lugar do quadro ainda em concurso será criada uma bolsa de recrutamento.

A colocação por via da bolsa de recrutamento é anual, podendo, no entanto, ser renovada com a concordância do professor se a necessidade se mantiver no ano seguinte.

As colocações a partir de 1 de Setembro acontecem à medida que as necessidades se verificam (e não no esquema das actuais cíclicas), o que permite uma resposta mais rápida às necessidades das escolas. Todo o processo, quer de selecção, quer de notificação do docente colocado, será electrónico, de modo a substituir mais rapidamente os docentes.

Mecânica do Concurso

CONCURSO INTERNO

Colocação dos professores de Quadro de Escola, Quadro de Zona Pedagógica nas vagas dos quadros de agrupamento e de escola não agrupada.

Quem concorre?

Os professores dos quadros de escola que queiram mudar de agrupamento/escola não agrupada e todos os professores de QZP.

Como se concorre?

- Concurso de 4 em 4 anos.

- Os professores dos quadros de escola colocam os códigos dos agrupamentos ou escolas não agrupadas a que queiram concorrer.

- Os professores de QZP concorrem aos agrupamentos/escolas não agrupadas a que queiram concorrer. - Os professores de QZP são obrigatoriamente candidatos aos agrupamentos/escolas da zona pedagógica a que se encontram vinculados.

CONCURSO EXTERNO

Colocação de professores profissionalizados nas vagas dos quadros de agrupamento ou de escola não agrupada que não sejam preenchidas pelo concurso interno

Quem concorre?

Os docentes que não pertencem aos quadros e queiram concorrer a um Quadro de Agrupamento/ escola não agrupada.

Como se concorre?

- Concurso de 4 em 4 anos.

- Podem indicar até 100 agrupamentos/escolas não agrupadas, 50 códigos de concelhos, ou códigos de quadros de zona pedagógica, como forma de indicarem escolas desses concelhos ou QZPs.

CONCURSO ANUAL PARA NECESSIDADES TRANSITÓRIAS

Colocação de professores dos quadros de escola, com ausência de componente lectiva, e dos QZP não colocados no concurso interno, para vagas ou para horários completos declarados pelas escolas.

Colocação de professores em condições específicas.

Colocação requerendo destacamento para aproximação à residência nas vagas não ocupadas.

Colocação de professores com contratação anual para necessidades temporárias (renovável até quatro anos, para os horários completos).

Quem concorre?

- Os professores dos QE e QZP sem componente lectiva.

- Os professores dos quadros requerendo destacamento por condições específicas.

- Os professores dos quadros requerendo destacamento para aproximação à residência.

- Os candidatos a contrato.

Como se concorre?

- Concurso anual.

- Através da aplicação seleccionam Agrupamentos ou escolas não agrupadas, do mesmo modo que no concurso interno/externo.

- O contrato é renovável até quatro anos, para os horários completos.

Definição de Prioridades:

- Colocação de professores do QE, com ausência de componente lectiva, e dos QZP não colocados no concurso interno, para vagas ou para horários completos declarados pelas escolas

- Colocação de professores requerendo destacamento em condições específicas

- Colocação de professores requerendo destacamento para aproximação à residência nas vagas não ocupadas

- Colocação de professores com contratação anual para necessidades temporárias (renovável até quatro anos, para os horários completos)

BOLSA DE RECRUTAMENTO

- Mecanismo que substituirá as colocações cíclicas através do qual as escolas suprirão as suas necessidades residuais de docentes.

Quem?

- Professores sem componente lectiva ou por colocar (QA/QE, QZP)

- Candidatos a contrato.

Como se processa?

- Até 31 de Agosto, colocação nacional de professores na bolsa de recrutamento para preenchimento de necessidades.

- Depois de 1 Setembro até 31 de Dezembro, as escolas recorrem à bolsa à medida que as necessidades surgem e os professores são colocados segundo a lista de graduação.

- A partir de Janeiro contratação directa pelas escolas.

- Esta bolsa constitui-se anualmente com os professores a concurso.

Para os professores dos actuais QE

Mantêm-se nas escolas onde estão, passando a pertencer ao Quadro do respectivo Agrupamento de Escolas/escola não agrupada.

Podem concorrer a outros Quadros de Agrupamento/Escola não agrupada, no âmbito do Concurso Interno, caso queiram mudar de Quadro de Agrupamento.

Para os professores dos actuais QZP

Concorrem obrigatoriamente a vagas dos quadros de agrupamento ou de escola da respectiva zona pedagógica, ou a lugares dos quadros de agrupamento ou de escola integrando outras zonas caso queiram mudar.

Os professores dos Quadros de Zona Pedagógica que não obtiverem lugar nos quadros de agrupamento ou de/escola não agrupada mantêm-se em quadro de zona até à obtenção de lugar e devem concorrer aos horários disponíveis nas escolas ou agrupamentos integrado o seu quadro de zona e um outro quadro de zona de uma lista divulgada no aviso de abertura do concurso especificamente para o seu grupo de recrutamento.

Para os professores contratados

Candidatam-se ao Concurso Externo para aceder aos quadros de agrupamento ou de Escola não agrupada. Se não forem colocados podem candidatar-se ao concurso anual para as necessidades transitórias e à Bolsa de Recrutamento. São colocados mediante as necessidades da escola. O seu contrato pode ser renovado, até ao limite de quatro escolares anos, caso se trate de horário completo, se mantenha a necessidade de contratação e não exista na Bolsa de Recrutamento nenhum professor de quadro de agrupamento, de escola não agrupada ou de QZP que possa ser colocado nesse horário.

Nota: Aguarda-se a publicação da legislação regulamentar deste concurso.

Setúbal, 29 de Janeiro de 2009
O Conselho Executivo

17 Janeiro 2009

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

Ordem de Serviço nº 3/2009

Avisam-se todos os docentes que na sequência da publicação do Decreto Regulamentar nº 1-A/2009 de 5 de Janeiro, relativa ao regime de avaliação de desempenho, devem proceder à entrega dos objectivos individuais, na secretaria do Agrupamento, até ao dia 28 de Janeiro de 2009, conforme o nº 2 do Artº 2º da legislação anteriormente citada, em documento elaborado para o efeito, disponível nos Serviços Administrativos, junto das Coordenadores (as) de Escola e no blogue.

Setúbal – Agrupamento Vertical de Escolas Luisa Todi, 13 de Janeiro de 2009

O Presidente do Conselho Executivo
António Manuel Baptista Dias



Ordem de Serviço nº 4 /2009

Assunto: Opções de cada docente acerca da avaliação de desempenho – Decreto Regulamentar nº 1–A/2009.

Cumpre-me informar todos os docentes que na sequência da publicação do Decreto Regulamentar nº 1–A/2009 de 5 de Janeiro, relativa ao regime transitório da avaliação de desempenho, as opções de cada professor vertidas no normativo em presença são as seguintes:

1 – Os docentes que pretendam que a sua avaliação seja realizada pelo Coordenador do Departamento na componente cientifico – pedagógica, incluindo a observação de duas aulas, deverão requerê-lo, por escrito, ao Presidente do Conselho Executivo, até ao dia 28 de Janeiro, conforme o nº 2 do Artº 3º. Poderão ainda solicitar, se assim o entenderem e desejarem a observação de uma terceira aula, conforme o Artº 7º.

2 – Os docentes que pretendam ser avaliados por um avaliador do mesmo grupo de recrutamento deverão também requerê-lo, até à mesma data, conforme Artº 4º.

3 – Os docentes que reúnam os requisitos legais para a aposentação ou requeiram, nos termos legais, a aposentação antecipada, poderão ser dispensados da avaliação, mediante requerimento ao Presidente do Conselho Executivo, conforme o Artº 12º.

Todos os docentes têm à disposição nos Serviços Administrativos, Coordenação de Escola, blogue, um modelo de requerimento.

Observação: Apelo a todos os docentes que façam uma leitura atenta e cuidadosa de todos os normativos relacionados com a avaliação de desempenho do pessoal docente, a saber:

- D.L. nº 15/07, 19 de Janeiro
- D.R. nº 2/08, 10 de Janeiro
- D.R. nº 11/08, 23 de Janeiro
- D.R. nº 1-A/09, 05 Janeiro
- Despacho nº 7465/08, 13 de Março
- Despacho nº 20131/08, 30 de Julho
- Despacho nº 27136/08, 24 de Outubro
- Despacho nº 31996/08, 16 de Dezembro
- Despacho nº 32047/08, 16 de Dezembro
- Despacho nº 32048/08, 16 de Dezembro

O Presidente do Conselho Executivo
António Manuel Baptista Dias

AVELT – Modelo de Requerimento Avaliação Docente2008/2009

AVELT – Objectivos Individuais

14 Janeiro 2009

Conselho Geral Transitório

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 20 de Janeiro de 2009, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa, Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.
A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Definição de estratégia e aprovação da equipa que produzirá as propostas de alteração ao Regulamento Interno do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi (RI do AVELT), tendo em conta o conteúdo do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril.


Segundo ponto – Análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT:

A – «Procedimentos e documentos de apoio ao Regulamento Disciplinar, reformulado de acordo com a Lei 3/2008, de 18 de Janeiro, e com as sugestões de alteração propostas pelos Departamentos e Conselhos do Agrupamento (parecer favorável do Conselho Pedagógico, na reunião de 5/11/2008)»



Terceiro ponto – Alteração ao texto do Projecto Educativo tendo em conta conteúdos relacionados com os Centros de Recursos Educativos do AVELT.




Quarto ponto – Funcionários Auxiliares de Acção Educativa – análise da situação.

Quinto ponto – Reflexão sobre o desenvolvimento do Plano TIC do AVELT.


Sexto ponto – Proposta de criação de uma comissão de acompanhamento e reflexão sobre a aplicação do Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro (Educação Especial) no espaço educativo do AVELT.


Setúbal, 12 de Janeiro de 2009
O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

17 Dezembro 2008


O Clube Cidadãos do Mundo surgiu do trabalho desenvolvido durante o ano lectivo de 2007/08, no âmbito do Diálogo Intercultural. Foram desenvolvidas um conjunto de actividades com e para os alunos estrangeiros, alunos esses que representavam 23% da população escolar, percentagem esta que não contabiliza os descendentes de emigrantes que integram a comunidade escolar. Estas iniciativas foram desenvolvidas a vários níveis mas foi a partir da parceria do Opção Escola, projecto de intervenção social do Programa Escolhas a ser desenvolvido no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, e o Centro de Recursos Educativos da EB 2.3 Luísa Todi que surgiu a necessidade de criar um novo Clube na escola, para os alunos em geral, e para os estrangeiros e descendentes em particular, em ocupação de tempos livres.

O Clube Cidadãos do Mundo tem como objectivo conhecer e valorizar as diferentes culturas que co-existem na escola, promovendo a inclusão digital e social dos alunos. Este funcionará a partir do Centro de Inclusão Digital do Opção Escola e do Centro de Recursos Educativos da EB 2.3 Luísa Todi e visa, a partir das novas tecnologias de informação e comunicação explorar e promover a partilha cultural, bem como promover o livro e a leitura, e captar leitores. Neste sentido, será a partir do Clube Cidadãos do Mundo que trabalharemos o programa Ler+, “Ler em vários sotaques”.

Os alunos em geral, nomeadamente os estrangeiros, os descendentes e portugueses interessados na temática da interculturalidade terão oportunidade de, numa primeira fase, partilhar culturas, através da apresentação do trabalho desenvolvido num suporte multimédia. Numa segunda fase participarão na semana da leitura, promovendo a “Leitura em Vários Sotaques”junto dos alunos/turmas. Numa terceira fase a partilha será com as famílias, comemorando o Dia Internacional da Família pela criação de um momento Multicultural. A quarta fase será a de aproximação efectiva aos países pela promoção de contactos via internet. Numa quinta fase perspectiva-se ter a oportunidade de visitar um dos países estudados pelos alunos, o que só o tempo e os parceiros o dirão!…

Enfim!… é o prazer de sermos Cidadãos do Mundo!



11 Dezembro 2008

Reunião do Conselho Geral Transitório do dia 9 de Dezembro de 2008

Informação

No decorrer da reunião foram abordadas as matérias relacionadas com os seguintes pontos da Ordem de trabalhos:

Primeiro ponto – Análise e ratificação do Plano Anual de Actividades para o ano lectivo de 2008/2009.

Segundo ponto – Análise e ratificação do Plano Formação para o ano lectivo de 2008/2009.

Terceiro ponto – Análise e ratificação dos documentos definidores da Missão e dos Objectivos das BE/CRE’s do AVELT.

Quarto Ponto - Análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT:

a) FALTAS DOS ALUNOS E ANEXOS;

Nota 1: Já com as alteração motivadas pelo Despacho ME de 16 de Dezembro.

b) FALTAS NOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JOVENS;

c) ACTIVIDADES DE APOIO EDUCATIVO E ANEXOS;

Nota 2: Com base no Despacho nº 19117/2008, de 17 de Julho.

Todos os documentos em análise, nos referidos pontos, mereceram ratificação ou aprovação.

Interessa dizer que, no que respeita à alínea a), do ponto quatro, o Conselho Geral Transitório entendeu aprovar o texto recomendando, contudo, que os Departamentos, como é sua competência, se debrucem sobre o documento em questão,nomeadamente no sentido de se analisar a possibilidade de evitar o recurso aos CRE´s como espaço de realização de provas de recuperação, sobretudo se estas não implicarem trabalho de pesquisa.


Para ver documentos aprovados:














08 Dezembro 2008

ATENÇÃO
Avaliação do 1º Período

Já disponíveis documentos de apoio à actividade dos Directores de Turma, em particular, e dos professores, em geral, no primeiro momento de avaliação.

Também disponível apresentação informática sobre Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro + Despacho ME de 16 de Dezembro de 2008.


(Clicar sobre o endereço)

http://cdteb23lt-avelt.blogspot.com/


25 Novembro 2008

Conselho Geral Transitório

C O N V O C A T Ó R I A

Convoca-se o Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 9 de Dezembro de 2008, pelas 18h 30m. A reunião terá lugar na Sala de Reuniões do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi (AVELT), Pavilhão B da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Análise e ratificação do Plano Anual de Actividades para o ano lectivo de 2008/2009.



Segundo ponto – Análise e ratificação do Plano Formação para o ano lectivo de 2008/2009.



Terceiro ponto – Análise e ratificação dos documentos definidores da Missão e dos Objectivos das BE/CRE’s do AVELT.



Quarto Ponto - Análise e aprovação das propostas de alteração ao Regulamento Interno do AVELT:

a) FALTAS DOS ALUNOS E ANEXOS;




b) FALTAS NOS CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE JOVENS;



c) ACTIVIDADES DE APOIO EDUCATIVO E ANEXOS;








Quinto ponto – Definição de estratégia e aprovação da equipa que produzirá as propostas de alteração ao Regulamento Interno do Agrupamento tendo em conta o conteúdo do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril.



Sexto ponto – Ponto da situação do desenvolvimento do Plano TIC do AVELT.



Sétimo ponto – Proposta de criação de uma comissão de acompanhamento e reflexão sobre a aplicação do Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro (Educação Especial) no espaço educativo do AVELT.



Setúbal, 25 de Novembro de 2008


O presidente do Conselho Geral Transitório do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

24 Novembro 2008

PARLAMENTO DOS JOVENS 2008/2009



O programa “Parlamento dos Jovens” é uma iniciativa da Assembleia da República (AR) dirigida aos jovens do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do ensino secundário que culmina com a realização de duas Sessões Nacionais na AR. É à Comissão Parlamentar de Educação e Ciência que cabe definir as orientações para este programa cuja execução se desenvolve em parceria com o Ministério da Educação, através das Direcções Regionais de Educação, o Instituto Português da Juventude I.P., através das suas Direcções Regionais, e as Regiões Autónomas, através das Direcções Regionais da Educação e Juventude.

O Parlamento dos Jovens tem como objectivos: a) Incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política; b) Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afectam o seu presente e o futuro individual e colectivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político; c) Dar a conhecer o significado do mandato parlamentar e o processo de decisão da Assembleia da República (AR), enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses; d) Incentivar as capacidades de argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria.

O programa desenvolve-se em várias fases ao longo do ano lectivo:

1ª fase:
Na Escola, com as seguintes etapas: Debate do tema proposto anualmente: Pode ser realizado apenas internamente ou com convidados (entidades locais, especialistas, etc). A Escola pode também organizar, para além destes, um debate especial, convidando um Deputado da Assembleia da República, desde que este tenha lugar à segunda-feira e o convite seja dirigido à Equipa de Coordenação da AR nos prazos definidos no calendário; Processo eleitoral, onde se inclui a formação de listas candidatas à eleição de deputados; Eleição dos deputados à Sessão Escolar para aprovação dum Projecto de Recomendação da Escola e eleição dos respectivos representantes às Sessões a nível distrital ou regional;

2ª fase:
No distrito ou Região Autónoma: Em cada círculo eleitoral realiza-se uma Sessão Distrital ou Regional, onde se reúnem os deputados que representam as Escolas participantes de cada distrito, ou Região Autónoma, para aprovar as Recomendações a submeter à Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens e eleger os deputados que os irão representar naquela Sessão;

3ª fase:
Na Assembleia da República: Na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens (uma para o básico e outra para o secundário) reúnem-se os deputados jovens, a nível nacional, representando os eleitos em cada distrito ou Região Autónoma, onde se aprova, após debate em Comissões e Plenário, a Recomendação final sobre o tema.

O projecto Opção Escola – OE2 – pretende apoiará as turmas ou grupos de alunos que demonstrem interesse em participar no Programa, nomeadamente a partir das aulas de Formação Cívica.

O tema proposto para este ano é Alimentação e Saúde, pelo que trabalharemos em estreita parceria com o projecto da escola Promoção para a Saúde.

Contamos com a participação e entusiasmo de todos.

Uma parceria

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS LUÍSA TODI

14 Novembro 2008

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

Suspensão do processo de avaliação do desempenho docente

O documento que a seguir se reproduz foi subscrito pela totalidade dos docentes do Agrupamento Vertical de Escolas de Luísa Todi.

É o resultado da Reunião Geral de Docentes do Agrupamento realizada no passado dia 3 de Novembro, pelas 18h 30m.

Para além do documento dirigido à senhora Ministra da Educação, do qual será dado conhecimento a outras estruturas do Ministério, foi produzido e subscrito um segundo documento dirigido a diferentes individualidades, nomeadamente:

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo. Senhor Primeiro Ministro
Exmo. Senhor Procurador-Geral da República Portuguesa
Exmo. Senhor Provedor de Justiça
Exmos. Senhores Presidentes dos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República
Exmo. Senhor Presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores
Exmo. Senhor Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo
Exma. Senhora Presidente da Comissão de Avaliação do Desempenho Docente do AVELT
Exmo. Senhor Presidente da União das Associações de Pais e Encarregados de Educação do AVELT
Exmo. Senhor Presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais
À Plataforma Sindical
À Comunicação Social

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Exma. Senhora Ministra da Educação

Após várias tentativas frustradas para proceder à implementação do Processo de Avaliação Docente, que se apresentou como manifestamente inexequível, os professores do Agrupamento Vertical de Escolas de Luísa Todi, sito no Concelho e no Distrito de Setúbal, reunidos no dia três de Novembro último, deliberaram subscrever os considerandos e as questões que ora apresentam, o que fazem nos termos e para os efeitos do artigo 5º, do Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de Janeiro.

A – A avaliação do desempenho docente não pode basear-se em modelos imperfeitos, definitivamente injustos, em que, referindo a título de exemplo, profissionais de áreas curriculares com práticas distintas são avaliados com base em pressupostos quantificados idênticos ao mesmo tempo que, em outras situações, pesa de forma acrescida uma avaliação externa determinada pela força de resultados comparados numa dimensão nacional e levados em linha de conta na avaliação de cada um dos docentes.

B – Por outro lado, existem itens em que o Corpo Docente é perfeitamente impotente que, no entanto, contam neste Modelo para a sua avaliação, nomeadamente as taxas de abandono escolar, o que, para além de prosaico, se revela impossível de mensurar, pois não está nas mãos dos professores controlar toda uma panóplia de factores sócio-culturais e familiares dos discentes, pelo que é totalmente absurdo assumirem o ónus de realidades que os transcendem.

C – A desigualdade de condições existentes nas diversas escolas, quer a nível da disponibilidade de equipamentos, quer a nível da distribuição de alunos, coloca em causa o rigor exigido em qualquer processo avaliativo.

D – Os docentes não podem aceitar os critérios previstos no diploma visando dividir uma carreira em duas, professores titulares e professores, valorizando-se a ocupação de cargos em detrimento do desempenho e da competência técnico-pedagógica e científica do trabalho com os alunos.

E – A introdução da componente percentagens e quotas subverte qualquer conceito de avaliação objectiva. Tal factor, no entender dos docentes, introduz, no modelo, uma variável que não tem qualquer suporte pedagógico--didáctico, antes reflecte, desde logo, um factor desestabilizante e injusto. Qualquer sistema de avaliação baseado em quotas e percentagens pré-definidas só pode querer induzir a priori resultados ou justificar medidas de carácter administrativo e economicista.

F – Uma leitura e uma análise cuidadas permitem concluir que o modelo incita à manipulação dos resultados da avaliação, gerando nas escolas situações de profunda injustiça e parcialidade. Os professores não tiveram quotas ou percentagens enquanto foram estudantes e quando fizeram os seus estágios, assim como não submetem os seus alunos a uma avaliação baseada em quotas e percentagens. Por quê, então, a introdução desta variável? Que conceito ou teoria pedagógica a sustenta?

G – Os docentes não concordam com o desencadeamento de relações de melindre entre avaliados e avaliadores uma vez que é de forma meramente arbitrária e circunstancial que se assumem as funções que determinam que se avalia hoje o colega que nos avaliará amanhã.
H – É anti-democrático impor uma autoridade cega às escolas, da mesma forma que é anti-pedagógico e contraproducente a recém-determinada inexistência de alunos com necessidades educativas especiais, “desassinalados” por decreto e, por isso, frequentando agora turmas com um elevado número de alunos, impedindo que seja assegurada a estas crianças e jovens uma oferta educativa de qualidade o que, na prática, se traduz num claro acto discriminatório e inconstitucional.

I – O modelo apresenta-se, como se tem vindo a perceber na prática, como utópico, destacando-se mais pela sua marca burocrática e pela panóplia de procedimentos que exige aos docentes, quase todos eles incompatíveis com a função primeira do professor que é ensinar, uma vez que lhe retira tempo precioso que interessa dedicar aos alunos, obrigando-o a concentrar-se na redacção de relatórios disto e daquilo e no delineamento de estratégias daquilo e disto, numa situação de clara substituição das funções de outros agentes técnicos em falta nas comunidades educativas para que seja efectivo o combate ao abandono e ao insucesso escolares.

J – O modelo de avaliação do desempenho agora imposto desorganiza e desestabiliza as escolas, o que nos leva à defesa da necessidade de se instituir um modelo alternativo capaz de avaliar, de forma séria, concisa, clara e eficaz, as práticas docentes, promovendo o sucesso profissional e o sucesso educativo em alternativa a este modelo baseado em documentos que se justificam a si próprios, visando apenas alimentar o protagonismo e a agenda dos actores políticos com vista agradar a uma opinião pública manipulada pela propaganda populista, à semelhança do que alguns fazem quando da crítica generalizada à acção dos agentes políticos ou de outros grupos profissionais.

L – Os docentes não podem ser tratados como fantoches no espectáculo da apresentação de taxas de sucesso induzidas com o intuito de nos aproximarmos de uma virtual realidade europeia.

M – Os docentes do Agrupamento lamentam, ainda, que alguns não valorizem, em nome de uma gestão sustentável de recursos, as toneladas de papel que se vão gastar e a consequente agressão ambiental resultante da implementação do modelo de avaliação do desempenho docente.

Contudo, a boa postura profissional, caracterizada pelo elevado sentido de responsabilidade que nos norteia, leva-nos a colocar um conjunto de questões cujas respostas se consideram determinantes para o desenvolvimento do processo, a saber:

1 – Como garantir que o modelo agora em vigor, obrigando de forma incontornável ao preenchimento de um excessivo número de fichas com base em um sem número de indicadores, não se transforme num monstro burocrático que vai ensombrando já a dinâmica do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi?

2 – Qual a legitimidade de implementação de um modelo que, obrigando os professores a desdobrar-se em múltiplas tarefas, lhes retira tempo precioso para o necessário desenvolvimento do trabalho pedagógico e acompanhamento dos alunos, subvertendo, assim, a essência do seu trabalho, que é ensinar?

3 – Dada a incongruência do diploma, fundamento de muita contestação, quem pode garantir que o modelo não se constitui como mais uma “reforma” entre tantas outras que, de uma forma ou de outra, contribuíram para a instabilidade da acção das escolas e, consequentemente, para o que agora alguns pretendem identificar como o insucesso que caracteriza a oferta pública educativa?

4 – Como explicar as quotas de progressão na carreira definidas à margem de cada escola, claramente estranguladoras do trabalho cooperativo, quiçá ofendendo a própria letra do Estatuto da Carreira Docente, num modelo que se anuncia como uma mais-valia pessoal e profissional promotora da construção de uma oferta educativa de excelência?

5 – Como legitimar a subordinação da avaliação do desempenho do docente ao sucesso e ao abandono escolar quando se reconhece o quão determinante assume ser neste processo a realidade social, económica e cultural dos alunos e quando estas escapam ao controlo da responsabilidade e vontade dos professores?

6 – Por que razão estando envolvidas no processo educativo entidades do poder local e nacional, supostamente parceiras das entidades escolares, pais e encarregados de educação, alunos e professores só aos últimos são exigidos deveres e se cobram resultados?

7 – Uma vez que é evocado o rigor científico do processo de avaliação do desempenho docente, como resolver a avaliação de docentes de diferentes áreas disciplinares quando os avaliadores têm formação científica e técnica dispare?

8 – Como assegurar uma avaliação equitativa face às desigualdades resultantes da heterogeneidade que a acção docente determina: professores que têm alunos de apoio educativo e professores que os não têm; professores que só trabalham com alunos de apoio educativo; professores de disciplinas sujeitas a avaliação externa e de outras que o não são; professores de disciplinas que pela suas especificidades, têm mais ou menos probabilidades de sucesso dos alunos; professores cuja possibilidade de desempenhar certas funções lhes trará eventuais benefícios e outros impossibilitados de as desempenhar por razões que lhes são alheias?

9 – Como justificar que não se trata de um erro grosseiro o facto de docentes serem avaliados com base nos resultados dos seus alunos assumindo-se, tanto quanto parece deduzir-se da leitura do Código do Procedimento Administrativo, como parte interessada no seu próprio acto avaliativo? E já agora como garantir o mesmo em relação ao acto avaliativo do professor avaliador? Será que não estamos perante situações de claro conflito de interesses?

Admitindo que, porventura, se possa entender as questões anteriores merecedoras de resposta em fóruns de âmbito mais específico, não queremos perder a oportunidade para também apresentar algumas questões que, indubitavelmente, se podem considerar de carácter mais técnico:

10 – Como ultrapassar a falta de regulamentação relacionada com a avaliação de docentes em situações excepcionais não contempladas no Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro?

11 – O período de avaliação dos professores é de 2 anos civis; o mandato das Comissões Coordenadoras da Avaliação Docente é de 2 anos lectivos. Significa isto que uma Comissão Coordenadora da Avaliação Docente acompanha o desenvolvimento do trabalho dos professores durante 20 meses passando o mandato para uma nova Comissão Coordenadora da Avaliação Docente em Agosto, tendo esta última a responsabilidade de avaliar o trabalho dos professores que apenas acompanhará durante 4 meses. Como resolver esta incongruência?

12 – Para quando a regulamentação de questões relacionadas com a avaliação de docentes em situações excepcionais não contempladas no Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro? Como proceder nas situações de docentes em ausência por doença, por um período prolongado (por exemplo, situações de gravidez de risco)? Como proceder nas situações de licença de parto, quando o tempo de licença coincide com o período de definição de objectivos e de observação de aulas? Como proceder no âmbito das funções de avaliador, principalmente no caso do 1º Ciclo do Ensino Básico quando existe incompatibilidade de horários entre avaliadores e avaliados, não sendo de todo possível compatibilizar o calendário de observações de aulas sem prejuízo da componente lectiva do docente avaliador?

13 – Se um dos factores de avaliação é o esforço feito para não faltar, onde se garante que os referidos docentes não serão penalizados?

14 – Como exercer funções de avaliação, no caso das delegações de competências, sem os docentes avaliadores terem passado por qualquer processo de formação no âmbito da supervisão em avaliação?

15 – Quem custeia as deslocações dos docentes avaliadores a outras escolas do Agrupamento, algumas fora da cidade, no cumprimento das suas funções de observação, no âmbito da avaliação docente?

16 – Quando se processa a transição de escalão dum docente que perfaz o tempo de permanência no escalão numa fase intermédia do processo de avaliação docente?

17 – Como pôr em prática, nomeadamente no caso do 1º Ciclo do Ensino Básico, o enunciado dos pontos 6 e 7, do artigo 29º, do Capítulo III, do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro, “Pode ser considerada na avaliação do coordenador do departamento curricular a avaliação realizada pelos docentes do correspondente departamento quanto às respectivas funções de coordenação, em termos a definir no Regulamento Interno”, quando a maioria dos docentes não conhece directamente o trabalho desenvolvido pelo Coordenador, no desenvolvimento das suas funções?

18 – Como pode a Comissão Coordenadora da Avaliação Docente exercer as competências que lhe são atribuídas no âmbito da validação das classificações de Excelente, Muito Bom ou Insuficiente se, no quadro da calendarização definida de acordo com o artigo 22º, do Secção III, Capítulo II, este se desenvolve já no decurso do ano lectivo 2009/2010, tendo todos os seus elementos cessado funções como Coordenadores de Departamento com assento no Conselho Pedagógico? A sua coordenadora, nomeadamente, já não será, à data, Presidente do Conselho Pedagógico, cargo que será então, de acordo com o Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, por inerência, ocupado pelo Director do Agrupamento.

19 – Também a avaliação efectuada pela direcção executiva fica comprometida a meio do processo, pela implementação do novo modelo de gestão segundo o qual, os avaliadores, neste contexto, poderão já não exercer funções de gestão. Como desenvolver uma função inerente a um cargo que já não desempenham?

20 – Com a implementação do novo modelo de gestão, vão existir alterações às estruturas intermédias, nomeadamente aos Departamentos Curriculares, perdendo algumas delegações de competências a sua validade, no meio do processo de avaliação. Como proceder então?

21 – Como proceder, ainda, quando um docente avaliador ou avaliado muda de estabelecimento de ensino, por concurso nacional, no decurso do calendário de avaliação?

22 – No caso da adaptação do calendário de avaliação aos docentes contratados por período superior a 6 meses, como assegurar as mesmas garantias de reclamação e recurso, sem prejuízo da adequação da etapa da auto-avaliação, obedecendo ao imperativo de conclusão do seu processo de avaliação até 20 dias antes do final do contrato, assegurando a eventual renovação deste? (pontos 1 e 3, do artigo 28º, do Capítulo III, do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro).

23 – Como pode ser tão importante a avaliação para a contratação no ano lectivo se a mesma só é oficializada de acordo com calendário em Dezembro, enquanto que os contratos cessam a 31 de Agosto?

Face ao exposto, interessa informar V. Exa. de que, até ao cabal esclarecimento das questões agora identificadas, os subscritores consideraram adequada a suspensão dos procedimentos relativos ao processo de avaliação no seio deste Agrupamento.

Certos da melhor atenção, apresentam-se cumprimentos.

Setúbal, 3 de Novembro de 2008

Os docentes do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, Setúbal

ASSINATURAS

13 Novembro 2008

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares


Sons Digitais

A Literacia Digital no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Associação de Estudantes/Opção Escola2


No passado dia 6 de Novembro a Associação de Estudantes da EB 2/3 Luísa Todi, participou no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares com o projecto “Sons Digitais”.

A sessão foi dinamizada pela Inês Mendes, Cátia Santos e Andreia Costa em parceria com o CRE e o professor de Educação Musical Carlos Sequeira.


A sessão previa mostrar aos alunos como fazer música por computador e como intuitivamente podemos aprender sozinhos, simplesmente “mexendo” nos programas. Hoje todos podemos fazer música!
Foi uma actividade difícil de meter em pé; muitas dores de cabeça e equipamentos que pareciam não querer funcionar… mas a persistência é uma qualidade importante para vencer por aqui…

Lá conseguimos e parece que a turma do 5º 9ª gostou bastante, como podem confirmar pela foto.


Obrigada a todos os que nos apoiaram em especial à turma por nos dar atenção.

Inês Mendes
Associação de Estudantes

28 Outubro 2008

Plano Anual de Actividades
Ano Lectivo 2008/2009

Já disponível após aprovação pelo Conselho Pedagógico
(aguarda ratificação pelo Conselho Geral Transitório)

http://planodeactividadesavelt.blogspot.com/

12 Outubro 2008

OUTUBRO
MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES


Parceria Centro de Recursos Educativos/Projecto Opção Escola 2

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares: Literacia e Aprendizagem na Biblioteca Escolar

Partilhas no Agrupamento: Bibliotecas, Sala de Aula e Convidados


Programa

27/10/08 - Dia da Biblioteca Escolar

Aprendizagem ao longo da vida: Paixões!... O Parque Natural da Arrábida e a Pintura
Preferencialmente Alunos do 9º Ano
Nuno David
10:15/11:00

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Preferencialmente Alunos do 5º Ano
Ângela João/Carla Cardoso
10:15/11:55

Aprendizagem ao longo da vida: Paixões!... O Parque Natural da Arrábida e a Pintura
Preferencialmente Alunos do 9º Ano
Nuno David
14:15/15:10

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Alunos do 4º Ano
Monitores CRE: David, Tiago, Rui (6º 6ª)
15:10/15:55

28/10/08

Os meios de comunicação social na era digital
Preferencialmente Alunos dos 6º, 8º e 9º Anos
Raúl Tavares (Jornalista)
10:15/11:00

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Preferencialmente Alunos do 6º Ano
Monitores CRE: David, Tiago, Rui (6º 6ª)
12:40/13:30

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Alunos do 4º Ano
Monitores CRE: Margarida Nieto, Ana Rita (7º 2ª)
14:15/15:10

29/10/08

Sons Digitais
Alunos do 4º Ano
Associação de Estudantes
10:15/11:55

Competências de Informação e Cidadania
Preferencialmente Alunos dos 6º, 8º e 9º Anos
Fernando Cabral (Deputado)
11:00/11:55

As fontes de informação do século XXI e a música
Preferencialmente Alunos dos 6º, 8º e 9º Anos
Rui do Cabo
11:00/11:55

Competências de Informação e Cidadania
Preferencialmente Alunos dos 6º, 8º e 9º Anos
Fernando Cabral Deputado da Nação
15:10/15:55

As fontes de informação do século XXI e a música
Preferencialmente Alunos dos 6º, 8º e 9º Anos
Rui do Cabo
15:10/15:55

Ler mais...eis a questão: animação do livro e da leitura
Alunos dos 5º e 6º Anos
Júlia Martins
Rede Bibliotecas Escolares
15:10/15:55

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Alunos dos 5º e 6º Anos
Júlia Martins
Rede Bibliotecas Escolares
15:55/16:55

30/10/08

Aprendizagem ao longo da vida
Eusébio Candeias
Vereador Câmara Municipal de Setúbal
11:00/11:55

Sons Digitais
Alunos dos 5º e 6º Anos
Associação de Estudantes
14:15/15:10

Sons Digitais
Alunos dos 5º e 6º Anos
Associação de Estudantes
15:10/15:55

Ler em Família
Preferencialmente para membros das Associações de Pais e representantes de Pais e Encarregados de Educação de Turma
Convidado a aguardar confirmação
18:30/19.30 – Anfiteatro EB 2/3 de Luísa Todi

31/10/08

Literacia da Matemática
Alunos dos 5º e 6º Anos
Sapos aos Saltos
Elvira Santos
10:15/11:55

Animação do Livro e da Leitura
Atelier ”Filactera Meu Amor”
Iniciativa da Biblioteca Pública Municipal de Setúbal/Itinerários Culturais da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.
10:00/12:00

Animação do Livro e da Leitura
Atelier ”Filactera Meu Amor”
Iniciativa da Biblioteca Pública Municipal de Setúbal/Itinerários Culturais da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.
14:00/16:15

Literacia da Matemática
Alunos dos 5º e 6º Anos
Sapos aos Saltos
Elvira Santos
15:10/16:55

5/11/08

Ler mais... eis a questão: animação do livro e da leitura
Alunos do 4º Ano
Monitores CRE: Barbara Leitão, Filipa Crispim, Raquel (7º 4ª)
13:30/15:10

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES
EB 2/3 de Luísa Todi


Saiba mais neste endereço

http://aeluisatodi.blogspot.com/

11 Outubro 2008

Conselho Geral Transitório

Produziu o Ministério da Educação, em 30 de Abril, na sequência do entendimento estabelecido com as organizações representativas dos docentes, Despacho Interno - Constituição do Conselho Geral Transitório – onde se pode ler que “o disposto no n.º 1 do artigo 62.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril deve estar cumprido, impreterivelmente, até 30 de Setembro de 2008”.

Neste sentido, o Agrupamento Vertical de Escolas de Luísa Todi desenvolveu, ao longo dos últimos meses, procedimentos diversos que terminaram na eleição, às 19 horas do dia 30 de Setembro de 2008, na eleição do Presidente do Conselho Geral Transitório, professor Victor Manuel Ramalho Ferreira.


Saiba mais clicando aqui

22 Setembro 2008

COORDENAÇÃO DOS DIRECTORES DE TURMA


IMPORTANTE


DOCUMENTAÇÃO RELEVANTE PARA A ACTIVIDADE DOS DIRECTORES DE TURMA


18 Setembro 2008

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE


IMPORTANTE


DOCUMENTAÇÃO RELEVANTE


LISTA DIRECTORES DE TURMAS E DE SECRETÁRIOS DAS TURMAS DOS 2º E 3º CICLOS

ANO LECTIVO 2008/2009

Mapa de Reuniões do 3º Ciclo

CALENDÁRIO

Setúbal, 16 de Setembro de 2008

O Presidente do Conselho Executivo

Conselho Geral Transitório

MEMBROS QUE O INTEGRAM COM DIREITO A VOTO À DATA DE 23 DE SETEMBRO DE 2008

Representantes do Pessoal Docente

Efectivos

1 - Vítor Manuel Ramalho Ferreira
2 - Maria de Lourdes Serrano
3 - José Pires Martins Pereira
4 - Maria José Gonçalves Gomes
5 - Cecília de Fátima Santos
6 - Margarida Maria Sousa
7 - Maria José de Almeida Cruz

Suplentes

1 - Horácio Rodrigues Celorico
2 - Artur de Sousa Ramos
3 - Fernando Alberto Afonso
4 - Paulo Jorge Bonito
5 - Maria Filomena Cordeiro da Silva
6 - Alexandre José Alves
7 - Maria da Paz Lacueille

Representantes do Pessoal Não Docente

Efectivos


1 - Maria de Deus Guerreiro
2 - Ângela Maria Santos Nunes

Suplentes


1 - Isabel Rita Ferreira
2 - Alda Maria Peralta

Representantes dos Pais e Encarregados de Educação


Efectivos

1 - Carlos Tomás
2 - Carla Russo
3 - Cenira Almeida
4 - António Miranda
5 - Carlos Pardete
6 - Jaime Santana

Suplentes

1 - Anabela Marques
2 - Maria Céu Santos
3 - Carlos Gaé Santos

Representantes da Autarquia

1 - Maria Celeste Paulino
2 - Bruna de Fátima Dias
3 - Pedro Manuel Jacques

Representante da Escola Superior de Educação

1 - Clara Cibele Figueiredo

Representante da Liga dos Amigos da Terceira Idade

1 - Vanda Macedo

CALENDÁRIO DE APRESENTAÇÕES
ANO LECTIVO 2008/2009


INFORMAÇÃO

A recepção aos alunos do 5º ano efectuar-se-á no dia 19 de Setembro, contando com a presença de todos os docentes do respectivo Conselho de Turma.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Ponto um - Apresentação dos professores, alunos e encarregados de educação (30 minutos);
Ponto dois - Visita à escola (30 minutos);
Ponto três - Informação e definição de estratégias de trabalho (30 minutos).

No primeiro momento, para além da apresentação serão prestadas informações que os docentes considerem importantes. O Director de Turma distribuirá uma agenda que poderá ser explorada neste primeiro momento e nas aulas de Formação Cívica. Deverão neste dia realçar o facto da escola ser nova e da necessidade de preservar o que é dos alunos.

Na visita à escola, o DT e secretário ou outro docente deverão indicar os espaços fulcrais, nomeadamente os WC, o bar, o refeitório, o serviço administrativo, a biblioteca…. passando pela exposição de clubes e projectos, mostrando a oferta que existirá e onde podem participar.

Por fim, o Conselho de Turma reúne-se numa primeira abordagem ao PCT.

Neste dia, realizar-se-ão ainda reuniões de PCT dos 7º, 8º e 9ºAnos de Escolaridade, de acordo com mapa anexo, tendo como Ordem de Trabalhos o seguinte:

Ponto um - Informações;
Ponto dois - Definição de estratégias de trabalho;
Ponto três - Outros assuntos.

Os Conselhos de Turma de 6º ano serão convocados pelo Director de Turma durante o primeiro mês de actividades lectivas (entre 22 de Setembro e 22 de Outubro).

CALENDÁRIO DAS APRESENTAÇÕES
5º ANO DE ESCOLARIDADE


14 Setembro 2008

Conselho Geral Transitório


C O N V O C A T Ó R I A

Para efeitos de adaptação ao novo regime de autonomia, administração e gestão do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, dever-se-á constituir um Conselho Geral Transitório (artigo 60º, Capítulo VIII - Disposições transitórias e finais, do Decreto-Lei nº 75/2008, 22 de Abril).

Produziu o Ministério da Educação, em 30 de Abril, sobre esta matéria, na sequência do entendimento estabelecido com as organizações representativas dos docentes, Despacho Interno - Constituição do Conselho Geral Transitório – onde se pode ler que “o disposto no n.º 1 do artigo 62.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril deve estar cumprido, impreterivelmente, até 30 de Setembro de 2008”.

Assim, dando cumprimento ao estipulado, após se ter efectuado a eleição dos membros representantes do pessoal docente (7 elementos) e do pessoal não docente (2 elementos), designados que estão pela Câmara Municipal de Setúbal (3 elementos) e pelas Associações de Pais e Encarregados de Educação (6 elementos) os seus representantes, cooptados 2 dos 3 elementos representativos da comunidade local, convoco o primeiro Conselho Geral Transitório, para o próximo dia 23 de Setembro de 2008, pelas 18h 30m, reunião que terá lugar na Sala 5, do Pavilhão A da EB 2/3 de Luísa Todi, Escola Sede do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

A Ordem de Trabalhos será a seguinte:

Primeiro ponto – Tomada de posse dos vinte elementos que, à data, compõem o Conselho Geral Transitório;

Segundo ponto – Designação do terceiro representante da comunidade local (nº 7, do artigo 60º, Capítulo VIII - Disposições transitórias e finais, do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril).

Setúbal, 12 de Setembro de 2008

O presidente da Assembleia cessante do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

10 Setembro 2008

NOVO REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO

Apresenta-se aqui o NOVO REGULAMENTO INTERNO do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, aprovado em sede de Assembleia de Agrupamento.

Interessa na consulta ter em conta:

Cor VERDE - Pontos da anterior regulamentação com nova numeração, mas sem alteração de conteúdo;

Cor ROXA - Nova regulamentação com aprovação condicionada segundo orientações contidas em Nota de Rodapé;

Cor AZUL - Nova regulamentação.




NOTA: Este Regulamento Interno incorpora toda a matéria legislativa mais recente com excepção dos elementos relacionados com a avaliação de docentes a partir do ano lectivo 2008/2009 (ainda a aguardar discussão no seio da comunidade docente do Agrupamento) e as matérias relacionadas com o novo Regime de Autonomia, Administração e Gestão das Escolas e Agrupamentos - Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril. Competirá ao futuro Conselho Geral Transitório, cujas condições de funcionamento estarão reunidas até ao próximo dia 30 de Setembro de 2008, promover a reflexão, a constituição e a aprovação dos conteúdos referidos.

Logotipo do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi

Aprovado na Assembleia de Agrupamento realizada em 4 de Setembro de 2008, na sequência de concurso público levado a efeito no decorrer do ano lectivo de 2007/2008.

Em vigor partir do dia 5 de Setembro de 2008.

Autoria - Fátima Pais

09 Setembro 2008

ACTIVIDADES DE PREPARAÇÃO DO ARRANQUE DO ANO LECTIVO


ATENÇÃO!!!

NOVA CALENDARIZAÇÃO

Determinada a 8 de Setembro de 2008



CADA DOCENTE ESTÁ CONVOCADO APENAS PARA AS REUNIÕES ACIMA REFERIDAS. NOS RESTANTES DIAS, ATÉ AO INÍCIO DAS AULAS, OS PROFESSORES TRABALHAM AUTONOMAMENTE NO QUE ENTENDAM NECESSÁRIO. NÃO SERÁ MARCADO HORÁRIO NEM LOCAL PARA O EFEITO.

05 Setembro 2008

ACTIVIDADES DE PREPARAÇÃO DO ARRANQUE DO ANO LECTIVO


ATENÇÃO!!!

NOVO CALENDÁRIO


04 Setembro 2008

EDITAL

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURA A DIRECTOR/A DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS ORDEM DE SANTIAGO

Devido à reorganização dos Centros de Formação de Associação de Escolas, torna-se público conhecimento de que, ao abrigo dos Artigo 27º do regime jurídico da formação contínua de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 249/92, de 9 de Novembro, com as alterações que lhe foram introduzidas, por ratificação, pela Lei n.º 60/93, de 20 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 274/94, de 28 de Outubro, pelo Decreto-Lei n.º 207/96, de 2 de Novembro e pelo Decreto-Lei n.º 155/99 de 10 de Maio em conjugação com as alterações introduzidas pelo Artigo 4° do Decreto-Lei n.º 15/2007 de 19 de Janeiro e ainda ao abrigo do ponto 9 do Despacho n.° 18039/2008, de 4 de Julho, está aberto, a partir da presente data e pelo prazo de 5 dias úteis, concurso para apresentação de candidaturas ao exercício do cargo de Director(a) de Centro de Formação de Associação de Escolas Ordem de Santiago, de acordo com as seguintes orientações:

Prazo de candidatura:
De 4 a 10 de Setembro de 2008

Local de apresentação:
Escola Secundária, 2/3 Lima de Freitas, Rua Batalha do Viso, Setúbal
(2ª a 6ª feira das 9h30 às 16h)

Forma de apresentação:
Envio de toda a documentação em suporte de papel e digital em envelope fechado, com referência ao concurso ao qual é opositor, contendo requerimento de apresentação a concurso com os seguintes documentos: Currículo Vitae (acompanhado dos comprovativos considerados pertinentes pelo candidato) com o máximo de cinco páginas; Um plano de Acção para o Centro (máximo de seis páginas).

Condição legal exigida:
Consideram-se qualificados para o exercício do cargo os docentes que sejam professores titulares (nº 1 do artigo 27º do Regime Jurídico da Formação Contínua - normativo supra referido) a exercer funções nas escolas associadas do Centro de Formação de Associação de Escolas, Ordem de Santiago.

Perfil exigido para o exercício do cargo:
Consideram-se qualificados para o exercício do cargo os docentes que sejam professores titulares (nº 1 do artigo 27º do Regime Jurídico da Formação Contínua - normativo supra referido) a exercer funções nas escolas associadas do Centro de Formação de Associação de Escolas, Ordem de Santiago e que preencham uma das seguintes condições:

- Possuir experiência correspondente a pelo menos um mandato completo no exercício do cargo de Director de Centro de Formação de Associação de Escolas ou;
- Ser detentor(a) de habilitação específica para o efeito, nos termos da alínea nº 1 do artigo 56º do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensino Básico e Secundário ou;
- Possuir experiência correspondente a, pelo menos, um mandato completo no exercício dos cargos de Director ou Adjunto do Director, Presidente ou Vice-Presidente do Conselho Executivo ou membro do Conselho Directivo nos termos dos regimes previstos respectivamente no Decreto-Lei n.º 75 /2008, ou no Decreto-Lei 115-A/98, alterado por apreciação parlamentar, pela Lei n.º24/99, no Decreto-Lei n.º 769-A/76 ou;
- Possuir experiência, pelo menos três anos como Director Pedagógico de estabelecimento de ensino particular e cooperativo.

Processo de selecção:
A selecção será feita pelo Conselho de Associação de Escolas das Escolas/Agrupamentos associados, de acordo com o regulamento do processo concursal (para efeitos da realização da entrevista, em caso de empate, os candidatos serão avisados pelo meio mais expedito).


Afixação da Lista Provisória de Candidatos com os resultados do concurso:
Os resultados provisórios do concurso serão afixados no dia 18 de Setembro de 2008, na escola sede do centro de formação, divulgado no mesmo dia na páginas web da escola sede, DRELVT e publicitado pelas escolas associadas.

Recursos da decisão do Conselho de Associação de Escolas:
cabe recurso para o Senhor Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo no prazo de cinco (5) dias úteis a contar do primeiro dia útil seguinte à afixação dos resultados.

Afixação final dos resultados:
Não havendo lugar a recurso a lista provisória converte-se em definitiva no dia 26 de Setembro de 2008. Caso haja lugar a recurso a lista será afixada logo que comunicada a decisão do Senhor Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo.

Escola Secundária 2/3 Lima de Freitas, 3 de Setembro de 2008

A Presidente do Conselho Executivo da Escola Sede do Centro de Formação de Associação de Escolas Ordem de Santiago

(Dina Teresa Mestre Fernandes)


Regulamento do processo concursal para a selecção do Director do Centro de Formação da Associação de Escolas Ordem de Santiago

1 – A selecção do Director do Centro de Formação decorre de um processo concursal aberto aos docentes das escolas associadas com a categoria de professor titular (n.º1 do art.º 27 do RJFCP).

2 – Será aberto um concurso, nos termos seguintes:

a) O edital/aviso de abertura do concurso, contendo os critérios de selecção do Director, é tornado público através da página electrónica da escola e da página electrónica da DRELVT e mediante publicitação em todos as escolas/agrupamentos de escolas associadas.
b) O concurso manter-se-á aberto durante cinco (5) dias úteis, designadamente de quatro a dez de Setembro, conforme constante no edital respectivo.
c) A candidatura deverá ser formalizada em envelope fechado, contendo requerimento dirigido ao Presidente do Conselho Executivo da Escola Sede do Centro de Formação da Associação de Escolas da Ordem de Santiago, anexando curriculum vitae com a indicação de todos os elementos considerados relevantes, tendo em conta os critérios de selecção adiante descritos, bem como um Projecto de intervenção para o Centro de Formação.
d) Compete ao Conselho de Associação de Escolas seleccionar o Director, de entre as candidaturas apresentadas, tendo em consideração os critérios de selecção.
depois de aplicados os critérios.
f) Em caso de empate no 1º lugar, decorrerá uma entrevista de avaliação que incidirá no Plano de Acção apresentado, em dia e hora a indicar.
g) No processo de selecção do Director, devem ser dadas garantias de imparciabilidade atendendo aos casos de impedimento previstos no art.º44 do Código de Procedimento Administrativo.
h) A lista de seriação dos candidatos, será afixada na Escola Sede, no dia seguinte à deliberação do Conselho de Associação de Escolas, publicitados em todas as escolas associadas.
i) Será também comunicada, por carta registada com aviso de recepção, a todos os candidatos.
j) O Conselho de Associação de Escolas pode considerar, fundamentando, que nenhum dos candidatos reúne condições para ser eleito como director do Centro de Formação da Associação de Escolas Ordem de Santiago.
l) Da decisão do Conselho de Associação de Escolas cabe recurso para o Senhor Director Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, no prazo máximo de cinco (5) dias úteis, a contar do dia seguinte ao da afixação da lista de seriação de candidatos.

3 – Critérios de selecção do Director do Centro
Após a recepção das candidaturas, a Conselho de Associação de Escolas procede à análise dos requisitos de admissão dos candidatos ao concurso e, após apreciação de cada um dos admitidos, seleccionará o Director tendo em atenção os seguintes critérios e pontuações:

3.1 – No Projecto de Acção do Centro de Formação, com o máximo de seis páginas, os candidatos definem os princípios estratégicos, os objectivos, bem como o planeamento das actividades que se propõem realizar no mandato, tendo em conta a realidade dos Agrupamentos e Escolas associadas (máximo trinta pontos).

• Projecto de Acção no CFAE (PA) (≤ 30 pontos)

Factores de apreciação do Projecto de Acção:
Princípios estratégicos (0 a 10 pontos)
Objectivos (0 a 10 pontos)
Planeamento das actividades (0 a 10 pontos)

3.2 – Curriculum Vitae (máximo 70 pontos)
3.2.1 – Exercício anterior do cargo de Director de um Centro de Associação de Escolas (3 pontos por cada ano de exercício até ao limite de 18 pontos)
3.2.2 – Exercício de funções de Director ou Presidente em órgãos de gestão escolar (2 pontos por cada ano até ao limite de 12 pontos)
3.2.3 – Membro de Comissões Pedagógicas (2 pontos por cada ano até ao limite de doze pontos)
3.2.4 – Exercício de funções de Adjunto ou Vice-Presidente de órgãos de gestão escolar (1 ponto por cada ano até ao limite de seis pontos)
3.2.5 – Habilitações literárias – Licenciatura (2 pontos); Pós-graduação em Educação e Formação (3 pontos); Mestrado em Educação e Formação (5 pontos); Doutoramento em Educação e Formação (7 pontos).
3.2.6 – Publicações da especialidade e projectos em revistas científicas reconhecidas (até ao limite de 2 pontos em função da relevância dos mesmos no âmbito da formação);
3.2.7 – Comunicações da especialidade apresentadas em conferências, congressos, colóquios, debates, seminários ou acções congéneres (até ao limite de 3 pontos em função da relevância das mesmas no âmbito da formação);
3.2.8 – Frequência de acções de formação nos últimos cinco anos, contados a partir do ano lectivo 2003/2004 sendo atribuído um ponto por cada vinte e cinco horas de formação, até ao limite de 10 pontos.

Regulamento aprovado pelo Conselho de Associação de Escolas do Centro de Formação de Associação de Escolas Ordem de Santiago

Escola Secundária 2/3 Lima de Freitas, 3 de Setembro de 2008

A Presidente do Conselho Executivo da Escola Sede do Centro de Formação de Associação de Escolas Ordem de Santiago

(Dina Teresa Mestre Fernandes)


ARTIGO DE OPINIÃO

2º CICLO À VISTA
Texto para pais e encarregados de educação

Armanda Zenhas in www.educare.pt

Armanda Zenhas é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, nas variantes de Estudos Portugueses e Ingleses e de Estudos Ingleses e Alemães, e conclui o curso do Magistério Primário (Porto). É PQND do 3º grupo da Escola EB 2,3 de Leça da Palmeira e co-autora de manuais escolares. É também mãe de dois filhos.

Novo ano lectivo e, com ele, nova escola. É o 2.º ciclo que se aproxima a passos rápidos. Por vezes, a alegria da transição de ciclo dá lugar a alguma ansiedade, que se pode tornar excessiva. Porquê esta ansiedade e como a ultrapassar? O que podem os pais fazer para facilitarem a adaptação dos filhos à nova escola?

Que diferenças existem entre o 1.º e o 2º ciclos?
O 1.º e o 2º ciclos são bastante diferentes. Convém que as crianças conheçam de antemão a estrutura e o modo de funcionamento do novo nível de ensino que vão frequentar. Aqui fica o registo das principais diferenças entre os dois ciclos:
1. No 2.º ciclo existem mais disciplinas do que no 1.º. A cada uma corresponde o seu horário semanal predefinido, o seu manual e outros materiais e o seu professor.
2. Do regime de monodocência, as crianças irão passar para uma escola em regime de pluridocência, pelo que terão muitos mais professores.
3. Normalmente a escola do 2.º ciclo é muito maior do que a do 1.º ciclo.
4. Muito frequentemente as crianças têm aulas em mais do que uma sala, ao contrário do que acontecia até aí.
5. O grande intervalo (único), a meio da manhã ou da tarde, é substituído por vários intervalos pequenos, entre as aulas de 50 min ou de 90 min. Os toques de campainha assinalam a necessidade de regressar à sala de aula.
6. Até aí os maiores da escola, os jovens alunos irão tornar-se nos mais pequenos, adquirindo um estatuto diferente.
Todas estas diferenças apontam para a necessidade de uma autonomia crescente. As crianças vão precisar de saber consultar o seu horário e movimentar-se na escola, para se dirigirem à sala correspondente a cada disciplina, na hora exacta. Vão ter que prestar atenção aos toques e respeitá-los. A seu cargo ficará a decisão de qual ou quais os intervalos em que devem ou precisam de realizar algumas tarefas, tais como lanchar, comprar senhas para a cantina ou ir ao quarto de banho.

Como podem os pais ajudar os filhos na adaptação à nova escola?
O diálogo é um dos melhores remédios para todos os males. Conversar de forma aberta e amigável com os filhos pode ajudar muito na resolução de inúmeros problemas. Esta é mais uma das situações em que tal relacionamento se torna importante. Eis algumas estratégias que podem ser úteis:
1. Converse com o seu filho sobre a nova escola. Tente aperceber-se dos seus sentimentos relativamente ao início do novo ano escolar.
2. Procure ajudá-lo a desenvolver expectativas positivas, mostrando-lhe os aspectos positivos da mudança: representa crescimento; possibilita a aprendizagem de muitas coisas novas (as novas disciplinas); proporciona o conhecimento de novos amigos.
3. Leve-o à nova escola, para que a conheça. Passeie até lá de vez em quando. Refira-se a ela sempre de forma positiva.
4. Se sentir algum receio relativamente a esta mudança, não o manifeste perante o seu filho. Não lhe demonstre a sua ansiedade. Não se esqueça de que os gestos e as expressões do rosto muitas vezes traem as palavras. Por isso, esteja também atento à sua linguagem corporal.
5. Proporcione ao seu filho a oportunidade de falar com outras crianças que já frequentem a escola e que gostem dela. Elas poderão explicar-lhe como ela funciona e falar-lhe sobre a sua própria adaptação, numa linguagem mais próxima da dele.
6. Quando receber o horário, faça desse momento algo de especial e ajude o seu filho a consultá-lo. Fale-lhe sobre a sua estrutura (duração das aulas, intervalos, toques, etc.) e faça-lhe sentir a necessidade de autonomia como um prémio pelo seu crescimento e não como um fardo atemorizador.
7. Celebre em família o primeiro dia de aulas, com um jantar melhorado, com uma ida ao cinema ou com a realização de qualquer outra actividade do agrado do seu filho.
A maioria das crianças vivencia os primeiros dias na nova escola com algum receio e nervosismo. No entanto, a adaptação é, na maior parte dos casos, muito rápida e, num abrir e fechar de olhos, os receios são substituídos por sentimentos positivos.

Como preparar o novo ano escolar?
Para terminar, deixo algumas sugestões que poderão ajudar os pais na preparação do arranque do novo ano escolar.
• No início de cada ano lectivo, existem filas intermináveis nas livrarias e, por vezes, alguns dos livros pretendidos já estão esgotados. Para evitar estas preocupações, consulte a lista de livros adoptados na escola que o seu filho vai frequentar e compre-os assim que estiverem à venda.
• Encape os cadernos com os seus filhos. Peça-lhes que os marquem com o nome. Quando souberem a turma e o número, deverão acrescentar esses dados. Sugira ao seu filho que folheie os novos livros e acompanhe-o nessa actividade. Mostre-lhe o seu interesse pelas novas coisas que ele vai estudar, o que facilitará o desenvolvimento da curiosidade e da vontade de aprender.
• No início do ano lectivo, vá falar com o director de turma, o interlocutor entre a escola e a família. Poderá informar-se sobre as normas de funcionamento da escola e sobre o seu projecto educativo. Muitas escolas têm recursos que convém conhecer e utilizar, tais como clubes diversos, sala de estudo e biblioteca. Poderá também conversar com o director de turma acerca das características do seu filho, o que poderá a judar os professores a dar-lhe um acompanhamento mais individualizado.

Todos gostamos de sentir que dão importância àquilo que fazemos. É por isso que se torna importante que os nossos filhos percebam que valorizamos a escola e esta etapa das suas vidas. Dentro em breve eles vão sentir-se na sua nova escola como o peixe dentro da água. Até lá, uns precisarão de mais "bóias" do que os outros. O carinho e o interesse dos pais é que são sempre indispensáveis.

01 Setembro 2008

Abertura do Ano Lectivo 2008/2009

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A calendarização prevista e o local de realização das diferentes actividades podem sofrer alterações pelo que se recomenda uma consulta frequente e atenta.

07 Agosto 2008

Concurso para o lugar de Assistente Operacional (Antiga Categoria de Auxiliar de Acção Educativa)

Lista provisória

Lista provisória dos candidtos ao concurso para contrato individual de trabalho por tempo indeterminado para Auxiliar de Acção Educativa:

Maria Cecília Martins Pinho Morais


Setúbal, 07 de Agosto de 2008

O Júri:
Presidente - Maria Helena Bernardo Massano
1ª Vogal - Gisela de Fátima B. Reis Marmelo
2ª Vogal - Ângela Maria Pinto Nunes


Lista definitiva de classificação final

Lista definitiva de classificação final dos candidatos ao concurso para contrato individual de trabalho por tempo indterminado para Auxiliar de Acção Educativa:

NOME - Maria Cecília Martins Pinho Morais

CLASSIFICAÇÃO - 55 pontos


Setúbal, 07 de Agosto de 2008

O Júri:
Presidente - Maria Helena Bernardo Massano
1ª Vogal - Gisela de Fátima B. Reis Marmelo
2ª Vogal - Ângela Maria Pinto Nunes


25 Julho 2008

Abertura de Concurso para o lugar de Assistente Operacional (Antiga Categoria de Auxiliar de Acção Educativa)

Está aberto concurso para o lugar de Assistente operacional (Antiga Categoria de Auxiliar de Acção Educativa) com acordo com as seguintes características:


O edital de abertura do concurso pode ser descarregado aqui.


19 Julho 2008

ORGANIZAÇÃO DO ANO LECTIVO 2008/2009

Novos Despachos Orientadores:

Sobre as Áreas Curriculares Não Disciplinares


Tendo presente o disposto nos artigos 7º e 8º da Lei nº 46/86, de 14 de Outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 115/97, de 19 de Setembro e pela Lei nº 49/2005, de 30 de Agosto e, bem assim, o que se encontra contemplado em matéria de organização e gestão do currículo nacional no Decreto-Lei nº 6/2001, de 18 de Janeiro, com a redacção introduzida pelo Decreto-Lei nº 209/2002, de 17 de Outubro, A Secretaria de Estado da Educação, por Despacho, determina sobre as Áreas Curriculares Não Disciplinares o que clicando aqui se pode ler.

Sobre a organização do Ano lectivo

Tendo presente os princípios consignados nos artigos 3.º, 4.º, 8.º e 9.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, que aprovou o regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário;considerando ainda o disposto nos artigos 35.º, 76.º a 80.º, 82.º, 83.º, 91.º e 94.º, todos do Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), e o n.º 2 e o n.º 4 do artigo 12º do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, determina o Minstério da Educação sobre a organização do Ano Lectivo 2008/2009 o que clicando aqui se pode ler.

11 Julho 2008

CONVOCATÓRIA
- 8ª Reunião da Assembleia de Agrupamento

Razões operacionais, relacionadas com a necessidade de assegurar a articulação entre as diferentes estruturas de gestão do Agrupamento no que respeita às matérias agendadas, aconselharam a anulação da convocatória para a realização de uma Assembleia de Agrupamento em 17 de Julho de 2008.

Aproveia-se a oportunidade para publicar a
nova convocatória.


No próximo dia 4 de Setembro de 2008, pelas 18h 30 minutos, na Sala 3 da EB1 nº 6, Monte Belo**, reunirá a Assembleia de Agrupamento com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. – Aprovação do logotipo do Agrupamento.




























2. – Aprovação das alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento:

2.1. – Estatuto do Aluno – alterações na sequência da publicação da Lei nº 3/2008, de 18 de Janeiro *;
2.2. – Avaliação do desempenho dos docentes dos Ensinos Básico e Secundário – alterações em conformidade com o Lei nº 15/2007, de 19 de Janeiro e com o Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro, respeitando o Memorando de Entendimento entre o ME e a Plataforma Sindical de Professores *;
2.3. – Avaliação do desempenho dos não docentes – Lei nº 10/2004, de 22 de Março e Lei nº 66/B-2007 de 28 de Dezembro *;
2.4. – Departamento de Apoios Educativos – Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro e Lei nº 21/2008, de 12 de Maio - alterações de fundo *;
2.5 – Actividades de Enriquecimento Curricular – 1º Ciclo do Ensino Básico *.



3. – Aprovação de alterações ao Plano Curricular de Agrupamento:

3.1. – Revisão da organização Curricular do 2º Ciclo do Ensino Básico*.

4. – Emissão de parecer sobre alterações ao horário de funcionamento nos estabelecimentos de Educação do 1º Ciclo do Ensino Básico *.

"Uniformização dos horários das Escolas do 1º Ciclo do AVELT

Tendo em conta o bom fucionamento e a optimização das dinâmicas de organização interna o Conselho Executivo considera importante proceder à uniformização dos horários de funcionamento nas Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento apontando para a solução que em seguida se apresenta:

Turno da manhã - das 8h 15m às 13h 15m;
Turno da tarde - das 13h 30m às 18h 30m;
Turno normal - das 9h 30m às 12h 30m e das 13h 30 às 15h 30m."

5. – Análise do conteúdo do documento produzido e assinado por docentes do 1º Ciclo do Ensino Básico em exercício de funções no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi.

Leia aqui o conteúdo do documento.

6. – Outros assuntos.

* - Documento a disponibilizar em 1 de Setembro no sítio virtual da Assembleia do AVELT: http://assembleiadoavelt.blogspot.com.
** - Devido a obras nas instalações da EB 2/3 de Luísa Todi.

Setúbal, 15 de Julho de 2008 (com alteração de local introduzidas em 1 de Setembro de 2008)

O presidente da Assembleia do AVELT

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

07 Julho 2008

GRELHAS DE RECOLHA DE INFORMAÇÃO SOBRE A ACTIVIDADE DOS DOCENTES

Ano Lectivo 2007/2008


Informação Interna Nº 35


Enquadramento Legal:

Decreto-lei nº 15/2007 de 19 de Janeiro,
Decreto-Regulamentar nº2/2008 de 10 de Janeiro
Memorando de Entendimento entre o M.E. e os Sindicatos


Informam-se todos os docentes que é necessário preencherem esta ficha de Recolha de Informação e entregá-la até ao dia 15 de Julho de 2008 nos Serviços Administrativos.


Setúbal, 03 de Julho de 2008

O Presidente do Conselho Executivo
António Baptista Dias




Exemplos de preenchimento

Actividade Docente no 1º Ciclo do Ensino Básico

Actividade Docente nos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico


05 Julho 2008

MANUAIS ESCOLARES ADOPTADOS- ANO LECTIVO 2008/2009

EB 2/3 DE LUÍSA TODI
2º e 3º Ciclos do Ensino Básico

5º Ano de Escolaridade

Ciências da Natureza 5º Ano - 978-972-0-20661-9
Magia da Terra 5
Porto Editora
Catarina Rosa Peralta, Maria Beleza Calhau, Maria Fernanda Sousa
€ 16.04

Educação Física 5º Ano - 978-972-680-579-3
Na Educação Física Vais Aprender - 5º/6º. Anos
Lisboa Editora
Graça Fernandes dos Santos, João Jacinto, Jorge Mira, Lídia Carvalho
€ 14.93

Educação Musical 5º Ano - 978-972-47-2446-1
100% Música - Educação Musical 5.º ano
Texto Editores, Lda.
António Neves, David Amaral, Jorge Domingues
€ 15.39

Educação Visual e Tecnológica 5º Ano - 978-972-0-20766-1
Gesto - Imagem 5º/6º
Porto Editora
Armando Faleiro
€ 15.39

História e Geografia de Portugal 5º Ano - 978-972-41-3832-9
Portugal: Um Presente com Passado 5º
Asa Editores II, SA
Júlio Coelho, Sebastião Marques
€ 15.68

Língua Estrangeira - Inglês 5º Ano - 978-84-2054-272-0
SKY 5º ano - Livro do Aluno Nível 1
Longman
B. Abbs, I. Freebairn
€ 15.41

Língua Portuguesa 5º Ano - 978-972-680-565-6
Aprender em Português - 5.º Ano
Lisboa Editora
Carmen Castanheira, Maria José Metello de Seixas
€ 15.72

Matemática 5º Ano - 978-972-47-2432-4
A Par e Passo 5 - Matemática 5.º ano
Texto Editores, Lda.
Elvira Santos, Irene Martins
€ 15.86

6º Ano de Escolaridade

Ciências da Natureza 6º Ano - 978-972-761-488-2
TERRA VIVA 6

SANTILLANA/Constância
Isabel Caldas, Isabel Pestana
€ 16.50

Educação Musical 6º Ano - 978-972-47-2746-2
100% Música 6.º ano
Texto Editores, Lda.
António Neves, David Amaral, Jorge Domingues
€ 16.76

História e Geografia de Portugal 6º Ano - 978-972-0-20466-0
À Descoberta da História e Geografia de Portugal - 6.º Ano
Porto Editora
Cláudia Amaral, Lídia Maia, Maria Luísa Santos
€ 16.88

Língua Estrangeira - Inglês 6º Ano - 978-84-2054-587-5
SKY 6º ano - Livro do Aluno - Nível 2
Longman
B. Abbs, I. Freebairn com Hilda Barata
€ 15.41

Língua Portuguesa 6º Ano - 978-972-47-2716-5
Canto das Letras 6.º ano
Texto Editores, Lda.
Alzira Cabral
€ 17.02

Matemática 6º Ano - 978-972-0-20512-4
Matemática - 6.º Ano
Porto Editora
Alexandre Azevedo, Luísa Faria, Maria Augusta Ferreira Neves
€ 17.02

7º Ano de Escolaridade

Ciências Físico-Químicas 7º Ano - 978-972-41-4713-0
FQ 7
Asa Editores II, SA
M. Domingas Beleza, M. Neli, G. C. Cavaleiro
€ 19.44

Ciências Naturais 7º Ano - 978-972-627-892-4

Novo Descobrir a Terra 7
Areal Editores, SA
Cristina Antunes, Manuela Bispo, Paula Guindeira
€ 19.89

Educação Física 7º Ano 978-972-41-4717-8
Em Movimento 7/8/9
Asa Editores II, SA
Avelino Azevedo, Lúcia Rêgo, Paula Batista
€ 19.83

Educação Tecnológica 7º Ano - 978-972-41-4715-4
Tecno para Jovens 7/8
Asa Editores II, SA
Joaquim Nogueira, Manuel Porfírio
€ 16.96

Educação Visual 7º Ano - 978-972-0-32556-3
Manual de Educação Visual - 7/8/9
Porto Editora
António Modesto, Cláudia Alves, Maria Ferrand
€ 18.46

Geografia 7º Ano - 978-972-0-32033-9
Assimetrias - Geografia - 7.ºAno
Porto Editora
Ana Luísa Veia Boavida Fernandes, Ermelinda Vilela Cruz, Maria Edite Rico
Baltazar
€ 15.97

História 7º Ano - 978-972-0-31440-6
Viva a História! - 7.º Ano
Porto Editora
Cristina Maia, Isabel Paulos Brandão, Maria Manuela Carvalho
€ 18.85

Língua Estrangeira I - Inglês 7º Ano - 978-0-19-439750-6
BRIGHT LIGHTS 7 (Livro+CD Rom+Livro de leitura)
Oxford University Press
Paul A. Davies, Tim Falla, Paul Kelly
€ 17.60

Língua Estrangeira II - Francês 7º Ano - 978-972-627-874-0
En Action 1
Areal Editores, SA
Ana Paula Carvalho, Graciete Gaspar
€ 17.81

Língua Portuguesa 7º Ano - 978-972-0-31701-8

Palavras a Fio 7
Porto Editora
Fernanda Costa, Luísa Mendonça
€ 17.93

Matemática 7º Ano - 978-972-47-3001-1
Matemática A Giz de Cor 7
Texto Editores, Lda.
Paula Pereira, Pedro Pimenta
€ 18.34

8º Ano de Escolaridade

Ciências Físico-Químicas 8º Ano - 978-972-761-665-7
UNIVERSO DA MATÉRIA 8: Sustentabilidade na Terra
SANTILLANA/Constância
Isabel Pires, Sandra Ribeiro
€ 14.54

Ciências Naturais 8º Ano - 978-972-0-32902-8
Bioterra 8 - Ciências Naturais - 8.º Ano
Porto Editora
Lucinda Motta, Maria dos Anjos Viana
€ 14.45

Geografia 8º Ano - 978-972-0-32061-2
Fazer Geografia 8 - 8.º Ano
Porto Editora
Ana Gomes, Anabela Santos Boto
€ 15.57

História 8º Ano 978-972-47-3300-5
Oficina da História 8
Texto Editores, Lda.
Euclides Griné
€ 17.12

Língua Estrangeira I - Inglês 8º Ano - 978-0-19-439760-5
BRIGHT LIGHTS 8º ano - Livro do Aluno
Oxford University Press
Paul A. Davies, Tim Falla, Paul Kelly
€ 17.60

Língua Estrangeira II - Francês 8º Ano - 978-972-627-942-6
En Action 2
Areal Editores, SA
Ana Paula Carvalho, Graciete Gaspar
€ 16.00

Língua Portuguesa 8º Ano - 978-972-0-31025-5
Com Todas as Letras - Língua Portuguesa - 8º Ano
Porto Editora
Fernanda Costa, Luísa Mendonça
€ 17.06

Matemática 8º Ano - 972-552-779-8
Matemática 8
Editorial O Livro
Francelino Gomes, Leonor Vieira, Maria José Burnay
€ 15.75

9º Ano de Escolaridade


Ciências Físico-Químicas 9º Ano - 978-972-0-32812-0
Física e Química na Nossa Vida - 9.º Ano
Porto Editora
Fernando Morão Lopes Dias, M. Margarida R. D. Rodrigues
€ 16.19

Ciências Naturais 9º Ano - 978-972-0-32903-5

Bioterra 9 - Ciências Naturais - 9.º Ano
Porto Editora
Lucinda Motta, Maria dos Anjos Viana
€ 15.77

Educação Tecnológica 9º Ano - 978-972-0-33259-2
Ideias e Projectos 9
Porto Editora
A. Mendes Ribeiro, Augusto G. Ferreira, José Barros
€ 13.85

Geografia 9º Ano - 978-972-0-32062-9
Fazer Geografia 9 - 9.º Ano
Porto Editora
Ana Gomes, Anabela Santos Boto
€ 15.57

História 9º Ano - 978-972-47-3595-5
Novo História 9
Texto Editores, Lda.
Ana Oliveira, Francisco Cantanhede, Isabel Catarino, Paula Torrão
€ 16.83

Língua Estrangeira I - Inglês 9º Ano - 978-0-19-439770-4
BRIGHT LIGHTS 9º ano - Livro do Aluno
Oxford University Press
Paul Kelly, James Styring
€ 16.20

Língua Estrangeira II - Francês 9º Ano - 978-972-47-3583-2
Mission Spéciale 9
Texto Editores, Lda.
Gorete Fernandes, Graça Alves
€ 15.97

Língua Portuguesa 9º Ano - 978-972-0-31026-2
Com Todas as Letras 9
Porto Editora
Fernanda Costa, Olga Magalhães
€ 17.24

Matemática 9º Ano - 978-972-0-32264-7
Matemática - 9.º Ano
Porto Editora
Armando Neves, Luís Guerreiro, Maria Augusta Ferreira Neves
€ 17.32

30 Junho 2008

Regime da prova pública e do concurso de acesso à categoria de professor titular

A aprovação em prova pública, destinada a avaliar a actividade profissional desenvolvida pelo docente, é condição de admissão ao concurso de acesso à categoria de professor titular, de acordo com as regras definidas no decreto-lei publicado no Diário da República.

Consulte AQUI!!!...

21 Junho 2008

Calendário Escolar - Ano Lectivo 2008/2009

Clique aqui

13 Junho 2008



PREPARAÇÃO DO ANO LECTIVO 2008/2009


NOVIDADES
– Orientações já aprovadas em Conselho Pedagógico



Critérios de Distribuição de Serviço 2008/2009

Critérios de Constituição de Turmas 2008/2009


AVALIAÇÃO - 3º PERÍODO

NOVIDADES – Modelo de Acta das Reuniões de Avaliação - 3º Período

CLIQUE AQUI PARA CONSULTA

10 Junho 2008

EXAMES 2008 - INFORMAÇÃO IMPORTANTE

FEIRA DO LIVRO - JUNHO 2008







PROGRAMA


Para além da FEIRA DO LIVRO inscreva-se na SALA dos PROFESSORES no À Conversa com... os escritores Manuela Ribeiro (11/06/08) e Afonso Lopes (12/06/08) .

19 Maio 2008

Exercício de Evacuação JUNHO 2008 - Notas Informativas I

PLANO DE EVACUAÇÃO EM SITUAÇÃO DE CATÁSTROFE

INFORMAÇÃO/NORMAS E PROCEDIMENTOS

Num dos dias da semana de 2 a 6 Junho 2008, pelas 10h e 30mn, no turno da manhã, e pelas 15h 30m, no turno da tarde, três toques consecutivos da campainha da escola nova anunciarão o início do exercício de simulacro.

Um quarto toque após os outros três dá início à evacuação dos edifícios em situação de catástrofe natural, no caso simulação em que o cenário é a ocorrência de um sismo.

Estes exercícios estão integrados no plano de actividades do Plano Emergência Interno da EB 2/3 de Luísa Todi, para o ano lectivo de 2007/2008, têm como objectivo “Educar para a Segurança” e cumprem orientações da Administração Central nesta matéria.

Os professores deverão explicar aos alunos o que se pretende com os exercícios de simulação, incluindo os procedimentos adequados no caso de ocorrência de um sismo treinando os alunos para tal.

A evacuação da sala de aula deve ser feita após o toque de evacuação, com calma e em fila única levando à frente um chefe de fila (que deverá ser o delegado de turma) e a trás um cerra fila que será sempre o professor.

O funcionário de serviço no local é o último a abandonar o mesmo, depois de ter verificado que não ficou nenhum aluno, turma ou professor nas salas, gabinetes ou WC. Desliga então os quadros eléctricos parciais da sua zona e dirige-se para o Ponto de Reunião.

No edifício novo quem se encontre no Piso 1 deverá seguir a sinalização de saída de emergência e dirigir-se para o Ponto de Reunião, o qual se situa em frente à Sala de Professores e devidamente assinalado no poste.

Quem se encontre no Piso 2, deve ter em atenção o seu caminho de evacuação:

• As salas A10, A11, A12, A13, A14, A15 e WCs saem pelas escadas do lado Nascente em fila e encostados à parede sempre pela direita e seguindo a sinalização de saída de emergência até ao Ponto de Reunião;

• As salas A16, A17, A18, A19, A20, A21, A22, AG1, AG2 e AG3 saem pelas escadas do lado Poente em fila e encostados à parede sempre pela direita e seguindo a sinalização de saída emergência até ao Ponto de Reunião.

A circulação dentro do edifício deve ser feita encostado à parede e sempre pela direita.

Nas instalações antigas da escola pede-se que sigam as instruções que se encontram atrás das portas nas salas.

Espera-se de todos o máximo empenho considerando a relevância que a adopção de automatismos de evacuação pode constituir na prevenção, e, sobretudo, na defesa de vidas em situação real de catástrofe.

Conforme está previsto existirão, nas portas das diversas instalações, Plantas de Evacuação, assim como algumas instruções.

São dois os Pontos de Reunião

Ponto de Reunião 1 – Para onde se devem dirigir todos os que se encontrem no edifício novo e na Sala dos Directores de Turma, no Refeitório, no Bufete, na Sala dos Professores, no SASE, na Papelaria, na Rádio Escolar, Gabinete UNIVA e na Sala dos Apoios Educativos. Para esta zona dirigem-se também todos aqueles que se encontram na Secretaria, Reprografia, PBX e Conselho Executivo e quem se encontrar no espaço da entrada no recinto escolar.

Ponto de Reunião 2 (antiga zona 4) – Para onde se devem dirigir todos aqueles que se encontrem nas restantes salas de aula e espaços escolares.

Cada Ponto de Reunião terá um Coordenador devidamente identificado que orientará a evacuação no local.

Os alunos sem aulas, dispersos nos pátios, deverão concentrar-se no Ponto de Reunião correspondente ao local onde se encontram e seguir as instruções dos Coordenadores, dos funcionários ou professores.

NORMAS GERAIS DE EVACUAÇÃO

Ao ouvir o sinal de alarme, três toques consecutivos da campainha do edifício novo, coloquem-se, se possível e de imediato, debaixo de uma carteira ou de uma mesa, protegendo a cabeça e afastando-se das janelas e armários.

O sinal de evacuação é dado por um quarto toque, e, só após este devem dar início à evacuação seguindo rigorosamente as normas e os procedimentos estabelecidos.

Lembrem-se:

No caso das salas de aula devem sair ordenadamente e por filas. Primeiro sai a fila mais perto da porta e assim sucessivamente indo à frente o delegado (chefe de fila). No caso de outras instalações é importante observar as orientações fornecidas pelo adulto.

Evitar o pânico e a fuga desordenada é imprescindível e significa estar disponível para acatar as orientações e ser disciplinado. Em situações de perigo é muito importante esta atitude. Só assim se podem salvar vidas!

O professor responsável pela turma é sempre o último a abandonar a instalação após verificar que mais ninguém permanece no local (cerra fila), fechando a porta.

Não esquecer o funcionário responsável do piso ou espaço é o último a abandonar o local depois de certificar que não ficou nenhum professor ou aluno para trás.

O material escolar é secundário! Deixem-no sobre a carteira ou em outro local qualquer. Abandonem a sala e fechem a porta.

Não parem nas portas de saída!

Sigam os percursos definidos e entretanto treinados, em silêncio, o mais possível afastado dos edifícios e, sobretudo, sem CORRER!

Não voltem para atrás!

Dirijam-se para o local que o professor ou o funcionário presente indicar.

NÃO ESQUECER! O responsável do grupo ou turma deve dar conhecimento da presença no Ponto de Reunião a um dos Coordenadores que está identificado com colete laranja, informando do desaparecimento de algum aluno ou de alguma anomalia ocorrida.

Dos pais e encarregados de educação espera-se o contributo que passa pela sensibilização dos seus educandos para a importância do maior empenho colocado na actividade agora referida.

Nota: Os professores que se encontram no edifício novo deverão treinar com os seus alunos a evacuação pelo menos uma vez.

Agradecemos o envolvimento de todos. Investir em segurança é muito importante!

Pela Equipa de Segurança

Professor João Rato

17 Maio 2008

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

NOTA: o atraso na publicação deste "POST" está relacionado com o facto de o sítio gentilmente cedido prlo professor Joaquim Lopes para armazenamento de documentos ter mudado de endereço.

ANO LECTIVO 2007/2008

ENQUADRAMENTO LEGAL:

Decreto-Lei nº 15/2007, 19 de Janeiro.
Decreto Regulamentar nº 2/2008, 10 de Janeiro.
Memorando de entendimento entre o Ministério de Educação e os Sindicatos.

QUAIS OS DOCENTES QUE VÃO SER AVALIADOS?

Docentes Contratados:

- Obrigatoriamente docentes com 6 meses de trabalho efectivo no agrupamento;
- Com menos de seis meses poderão ser avaliados desde que o solicitem em requerimento dirigido ao Presidente do Conselho Executivo, até ao dia 31 de Maio 2008.


Docentes do Quadro:

- Docentes do quadro que completam até ao dia 31 de Agosto de 2008 o módulo de tempo de serviço para mudança de escalão (a identificação destes docentes será feita na lista a publicar em Maio).

QUEM AVALIA ESTES DOCENTES?

- O Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento ou uma das Vice-presidente por via da delegação de competências.

QUAIS OS PARÂMETROS A AVALIAR?*

- Assiduidade;
- Serviço distribuído;
- Participação em acções de formação contínua(quando obrigatória e desde que existisse oferta financiada nos termos legais).

* Esta avaliação reporta-se de Janeiro a Julho de 2008

PROCEDIMENTOS A APLICAR:

Ficha de auto-avaliação - ANEXO 1:
- o Conselho Executivo entrega a ficha aos docentes na 1ª semana de Junho, para - nessa ficha preenchem apenas os items 1, 5, 9, 10 e 12.

Entrevista:
- Realizar-se-á no mês de Julho em datas a calendarizar;
- O docente apresenta ao avaliador a sua ficha de auto-avaliação;
- O avaliador terá presente uma ficha de registo com os parâmetros a avaliar.

ONDE SERÁ GUARDADA A DOCUMENTAÇÃO?

- Toda a documentação relativa à avaliação de desempenho seguirá para arquivo no processo individual do docente.

ANO LECTIVO 2008/2009

QUAIS OS DOCENTES QUE VÃO SER AVALIADOS?

- São avaliados todos os docentes em exercício de funções no agrupamento.

NOTA: no memorando de entendimento entre o Ministério da Educação e os Sindicatos deverá proceder-se à recolha de todos os elementos constantes dos registos administrativos da escola no ano lectivo 2007/08.

QUEM AVALIA ESTES DOCENTES?

- O Coordenador de Departamento (ou titular em delegação de competências) - ANEXO 2.


- O Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento ou uma das Vice-presidente por via da delegação de competências.

QUEM AVALIA OS COORDENADORES DE DEPARTAMENTO?

- Um inspector;
- O Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento ou uma das Vice-presidentes por via da delegação de competências.

QUEM AVALIA OS DOCENTES EM QUEM FORAM DELEGADAS COMPETÊNCIAS?

- O Coordenador de Departamento;
- O Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento ou uma das Vice-presidente por via da delegação de competências.

COMISSÃO DE COORDENAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO (CCAD):

- Elementos da Comissão: Professores Luísa Costa, Ana Caetano, Céu Amaral, Paulo Brasil e Carmen Assunção.
- Foi elaborado o Regimento do CCAD.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO A APLICAR:

1 - As fichas disponibilizadas pelo Ministério da Educação (ficha de auto-avaliação, ficha de avaliação feita pelo coordenador…) – (www.dgrhe.min-edu.pt)
2 - Fichas de registo elaboradas no agrupamento, por uma equipa de docentes titulares*, que atempadamente serão divulgadas para discussão e recolha de contributos de todos os docentes, dado que terão de ser aprovadas no final do ano lectivo em curso em sede de Conselho Pedagógico (grelha para definição de objectivos individuais, grelha para plano de aula, grelha para registo de observação de aulas,…)
3 - Ficha de avaliação do Presidente do Conselho Executivo (proposta ainda em elaboração pelos presidentes de CE da região).

* Equipa: António Baptista, Luísa Costa, Cármen Assunção, Elisa Fonseca, Pedro Lemos, Armando Teixeira, Ana Caetano, Céu Amaral, Manuel Muge, Graça Lucas, Fátima Forreta e Paulo Brasil, aos quais se juntarão os docentes em quem foram delegadas competências.

METAS E INDICADORES DE MEDIDA

10 Maio 2008

CONVOCATÓRIA
- 7ª Reunião da Assembleia de Agrupamento

Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi – Setúbal
Assembleia de Agrupamento

C O N V O C A T Ó R I A

No próximo dia
20 de Maio de 2008, pelas 18h 30 minutos, na Sala dos Professores da EB 2/3 Luísa Todi, reunirá a Assembleia de Agrupamento com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. – Apreciação e ratificação de propostas de alteração ao Regulamento Interno do Agrupamento:

1.1. – Ratificação da criação do Departamento de Apoios Educativos (já aprovado em Conselho Pedagógico de Novembro de 2007);

Leia aqui texto da proposta para ratificação

1.2. – Ratificação do Regimento do Conselho de Directores de Turma;

Leia aqui texto da proposta para ratificação

2. – Apreciar o relatório periódico de execução do Plano Anual de Actividades (Setembro a Dezembro de 2007)*;

Leia aqui texto do Relatório

3. – Análise do relatório de balanço dos exercícios de evacuação em situação de emergência realizado entre 13 de Novembro e 4 de Dezembro de 2007 nos diferentes estabelecimentos de ensino que integram o AVELT;

Leia aqui o Relatório de Balanço

4. – Análise do Plano de Formação do Agrupamento – 2008;

Leia aqui o Plano de Formação do AVELT - 2008

5. – Análise do Plano Tecnológico do Agrupamento;

Leia aqui o Plano Tecnológico do AVELT 2007/2010

6. – Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril + Despacho Interno do Gabinete da Srª. Ministra da Educação sobre a implementação das disposições transitórias, nomeadamente sobre a constituição do Conselho Geral Transitório** – Análise da documentação e definição de estratégia de actuação.

Leia aqui o Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril

Leia aqui o Despacho Interno do Gabinete da Srª. Mnistra da Educação


* - Caso se verifique a aprovação em tempo útil ficará também disponível para análise, a partir de 16 de Maio de 2008, o relatório referente à actividade desenvolvida durante o 2º Período Lectivo.
** - Dar particular atenção no Decreto-lei nº 75/2008, de 22 de Abril, ao CAPÍTULO VIII – Disposições transitórias e finais, SECÇÃO I – Disposições transitórias, Artigos 60º – Conselho geral transitório, 61º - Competências do conselho geral transitório, 62º – Prazos, 63º – Mandatos e cessação de funções.


Setúbal, 12 de Maio de 2008

O presidente da Assembleia do Agrupamento

Vítor Manuel Ramalho Ferreira

17 Abril 2008

Vejam os matemáticos em acção...

Informação da responsabilidade da professora Cecília Felício,
Coordenadora do Plano da Matemática - EB 2/3 de Luísa Todi



1º Campeonato Concelhio de Jogos Matemáticos

Ouri e Hex


Celebrar ABRIL

Centro de Recursos Educativos da EB 2/3 de Luísa Todi





27 Março 2008

EDUCAÇÃO FÍSICA
ALTERAÇÃO AO FUNCIONAMENTO DA DISCIPLINA NO 3º PERÍODO


AVISO IMPORTANTE

Como é do seu conhecimento, a Escola Básica 2,3 Luísa Todi encontra-se em obras desde o início do presente ano lectivo.

Tendo em atenção a continuação destas obras haverá naturalmente a perda temporária de condições estruturais de trabalho.

No que diz respeito à disciplina de Educação Física não poderemos contar, para este terceiro período escolar, com os balneários exteriores e um espaço polivalente, pelo que houve necessidade de criar uma estratégia para o desenvolvimento das aulas da disciplina no terceiro período.

Assim sendo, os alunos terão durante o terceiro período aulas de Educação Física semana sim semana não.

Desta forma, haverá turmas que passarão a ter aulas apenas nas semanas de 31 de Março a 4 de Abril, 14 a 18 de Abril, 28 de Abril a 2 de Maio, 12 a 16 de Maio, 26 a 30 de Maio e de 9 a 13 de Junho, enquanto que outras terão aulas nas semanas de 7 a 11 de Abril, 21 a 24 de Abril, 5 a 9 de Maio, 19 a 23 de Maio e 2 a 6 de Junho, conforme calendários-horários que serão comunicados a cada um dos encarregados de educação e que a seguir se apresentam em quadro.

A semana de 16 a 20 de Junho será de Actividades Internas constantes do Plano Anual de Actividades do Agrupamento (Competições Inter-Turmas), para todos os alunos da escola.

Com os melhores cumprimentos.

31 de Março de 2008

O Presidente do Conselho Executivo,
António Dias Baptista

26 Março 2008

3º PERÍODO
REABERTURA DAS AULAS

INFORMAÇÃO AOS DOCENTES

IMPORTANTE - PAVILHÃO NOVO

Como é do conhecimento dos docentes, terminou a primeira fase da construção da escola com a entrega do primeiro bloco constituído essencialmente por salas de aula, laboratórios e salas específicas. Hoje, dia 31 de Março de 2008, a maioria das aulas já serão leccionadas no Bloco A, tendo nós feito a respectiva correspondência de salas nos horários de alunos e professores. As salas que ainda se encontram em funcionamento são: 6, 7, 9, 25, 26, 28, 29 e 37. Os alunos e professores que têm aulas nestas salas dirigem-se para as mesmas.

Os alunos e docentes que teriam aulas numa das outras salas não mencionadas anteriormente, por se encontrarem desactivadas devem seguir as seguintes instruções:

ENCONTRO COM A TURMA

- Logo a seguir ao toque de entrada, o docente deve ir ao encontro da sua turma no pátio central levando-a para a sala do Bloco A indicada no novo horário.

NA NOVA SALA DE AULA

- Na aula o docente deve:

Garantir que os alunos rectifiquem no seu horário a numeração das salas;

Relembrar aos alunos que a escola nova foi um sonho para o qual todos batalharam, tendo como pano de fundo uma escola velha, degradada e sem condições que agora queremos deixar para trás. Será o dever de cada um de nós e muito em especial dos alunos ter atitudes de preservação e manutenção deste espaço novo, lindo e mimoso que é a nova EB 2,3 Luísa Todi;

Nesta atitude pró-activa de garantir que o espaço novo é para acarinhar e não para destruir o docente deve ler à turma algumas regras de funcionamento que nos ajudarão nessa tarefa:

1 - Estarão sempre duas funcionárias no bloco, uma em cada piso, com a função de vigilância e ajuda permanente a professores e alunos;

2 - Os alunos só entram no Bloco A após o toque de entrada e acompanhados pelo professor da respectiva disciplina;

3 - Nas salas de aula a atitude dos alunos terá de ser exemplar de forma a garantir o seu dever de preservação do espaço, do qual o professor será o guardião, pois à saída cabe-lhe verificar se os alunos a deixam tal qual a encontraram ( só o professor deve manusear certos equipamentos nomeadamente as persianas e outros passíveis de se danificarem se houver má utilização);

4 - Após o toque de saída, os alunos não permanecem no interior do Bloco, a não ser no tempo de acesso ao WC, devendo dirigir-se ao recreio e demais espaços da escola. O WC dos alunos e alunas é o que se situa no piso 1; o WC do piso 2 é para os docentes e funcionários;

5 - No intervalo as mochilas só ficam na sala de aula se a turma aí permanecer no tempo/bloco seguinte. O professor não deve permitir a colocação de mochilas na sala antes do toque de entrada.

6 - A planta do Bloco A encontra-se afixada para fácil localização das salas de aula.

O Conselho Executivo
31/03/2008

3º PERÍODO
REABERTURA DAS AULAS

INFORMAÇÃO AOS ALUNOS

IMPORTANTE - PAVILHÃO NOVO

A primeira fase da construção da escola nova terminou, assim hoje, dia 31 de Março de 2008, a maioria das aulas já serão leccionadas no bloco A. As salas antigas que ainda se encontram em funcionamento são as números 6, 7, 9, 25, 26, 28, 29 e 37, por esse motivo quem tem aulas numa destas salas deve dirigir-se para a respectiva sala.

Os alunos que teriam aula numa das outras que não foram anteriormente indicadas por estarem desactivadas devem dirigir-se para o pátio central e aguardar pela presença do professor da primeira aula. Esse professor guiará a turma para a respectiva sala no Bloco A, onde prestará a informação das restantes salas do horário e algumas regras de funcionamento.

O Conselho Executivo
31/03/2008

14 Março 2008

AVALIAÇÃO - 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO


NOVIDADE

Orientações para as Reuniões de Avaliação

2º Período


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11 Março 2008

EXAMES NACIONAIS 2008