Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi: Abril 2009

Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi

ESCOLA SEDE - EB 23 de Luísa Todi
Rua Adriano Correia de Oliveira - Setúbal 2910-373 SETÚBAL
Telefone: 265 790 300 / FAX: 265 732 950 / e-mail: AVELT@sapo.pt

30 abril 2009

EXAMES NACIONAIS 2009


01 abril 2009

Director do AVELT
Procedimento Concursal

Aviso de Abertura a aguardar publicação em Diário da República

1 – Nos termos do disposto nos artigos 21.º e 22.º, do Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de Abril, e no artigo 5.º, da portaria n.º 604/2008, de 9 de Julho, torna-se público que se encontra aberto concurso para provimento do lugar de Director do Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, integrando a Escola Básica nº 4 do 1.º Ciclo, Pinheirinhos, a Escola Básica nº 6 do 1º Ciclo, Monte Belo, a Escola Básica nº 10 do 1º Ciclo, Bairro Afonso Costa, a Escola Básica nº 11 do 1º Ciclo, Bairro Humberto Delgado, a Escola Básica do 1º Ciclo do Alto da Guerra, a Escola Básica do 1º Ciclo da Casa Gaiato, a Escola Básica do 1º Ciclo do Montinho da Cotovia, a Escola Básica do 1º Ciclo da Gâmbia, e a Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Luísa Todi, Setúbal, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar do dia seguinte ao da publicação do presente aviso no Diário da República.

2 – As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento dirigido ao presidente do Conselho Geral Transitório, em modelo próprio disponível na página electrónica do Agrupamento (http://agrupamentoverticaldeescolasluisatodi.blogspot.com), podendo ser entregue pessoalmente nos Serviços Administrativos da Escola Sede de Agrupamento das 9:10h às 16:30h ou remetido através de correio registado com aviso de recepção, expedido até ao termo do prazo fixado para a apresentação de candidaturas referido no nº1, para Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Luísa Todi, rua Adriano Correia de Oliveira, 2910-373 SETÚBAL.

2.1 – Do requerimento deverão constar os seguintes elementos:
a) Nome, filiação, estado civil, naturalidade, número e data do bilhete de identidade, respectiva validade e serviço emissor, número de identificação fiscal, residência, código postal, número de telefone/telemóvel;
b) Habilitações literárias e situação profissional;
c) Identificação do lugar a que se candidata, referenciando a data de publicação do respectivo aviso no Diário da República.

2.2 – Os requerimentos de admissão deverão ser acompanhados da seguinte documentação, sob pena de exclusão:
a) Curriculum vitae, detalhado, datado, assinado e actualizado onde constem respectivamente as funções desempenhadas, a formação profissional que possui devidamente comprovada;
b) Projecto de intervenção no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, até um máximo de 3000 palavras, contendo identificação de problemas, definição de objectivos, de estratégias, da programação das actividades a realizar no mandato e dos recursos a mobilizar para o efeito;
c) Declaração autenticada do serviço de origem onde conste a categoria, vínculo e o tempo de serviço;
d) Fotocópia do comprovativo das habilitações literárias;
e) Fotocópia dos certificados de formação profissional realizados;
f) Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte.

2.3 – Os candidatos podem ainda indicar quaisquer outros elementos, devidamente comprovados, que considerem ser relevantes para apreciação do seu mérito.

2.4 – É obrigatória a prova documental dos elementos constantes no curriculum, à excepção daqueles que se encontrem arquivados no respectivo processo individual e este se encontre no Agrupamento de Escolas onde decorre o procedimento.

3 – As candidaturas são apreciadas, de acordo com o regulamento disponível na página electrónica do Agrupamento (http://agrupamentoverticaldeescolasluisatodi.blogspot.com) considerando o seguinte:
a) Análise do curriculum vitae, para efeitos de apreciação da sua relevância para o exercício de funções de director e do seu mérito;
b) Análise do projecto de intervenção no Agrupamento Vertical de Escolas Luísa Todi, para efeitos de apreciação da sua relevância e da coerência entre os problemas diagnosticados, as estratégias de intervenção propostas e os recursos a mobilizar para o efeito;
c) Entrevista individual que, para além do aprofundamento de aspectos relativos às alíneas a) e b) deste ponto, visa a apreciação das motivações da candidatura e a verificação das capacidades do candidato e da sua adequação ao perfil das exigências do cargo a que se propõe.

31 de Março de 2009

O Presidente do Conselho Geral Transitório,

Vítor Manuel Ramalho Ferreira.